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	<title>Comments on: Vinte anos depois: Entre Moscou e Ekaterinburg</title>
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		<title>By: Maria Irismá</title>
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		<dc:creator>Maria Irismá</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Mar 2007 11:12:56 +0000</pubDate>
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		<description>O medo da morte está me levando a pesquisar sobre o assunto e, para surpresa minha, deparei com seu texto que muito me agradou. Gostei mais ainda de ter a oportunidade de me expressar e confesso que do alto dos meus 61 anos sinto menos medo da morte do que a tempos atrás. Pode ser que Pelletier estivesse certo ao me dizer anos atrás que o pavor da morte está relacionado com o fato de não termos ainda cumprido a nossa missão. Naquele tempo eu buscava aperfeiçoamento profissional e auto conhecimento e estava longe de saber qual era a minha verdadeira missão. Era 1981
e eu sonhava muito em poder contribuir na construçaão de um mundo melhor e acreditava que era a educação o melhor meio para se conseguir isso.Continuo sonhando com mudanças e ,mesmo depois de aposentada venho tentando como voluntária realizar meu sonho.Hoje tenho menos medo da morte mas sei que ainda tenho muito o que aprender.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O medo da morte está me levando a pesquisar sobre o assunto e, para surpresa minha, deparei com seu texto que muito me agradou. Gostei mais ainda de ter a oportunidade de me expressar e confesso que do alto dos meus 61 anos sinto menos medo da morte do que a tempos atrás. Pode ser que Pelletier estivesse certo ao me dizer anos atrás que o pavor da morte está relacionado com o fato de não termos ainda cumprido a nossa missão. Naquele tempo eu buscava aperfeiçoamento profissional e auto conhecimento e estava longe de saber qual era a minha verdadeira missão. Era 1981<br />
e eu sonhava muito em poder contribuir na construçaão de um mundo melhor e acreditava que era a educação o melhor meio para se conseguir isso.Continuo sonhando com mudanças e ,mesmo depois de aposentada venho tentando como voluntária realizar meu sonho.Hoje tenho menos medo da morte mas sei que ainda tenho muito o que aprender.</p>
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		<title>By: Miguel Kavern</title>
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		<dc:creator>Miguel Kavern</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2006 05:28:14 +0000</pubDate>
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		<description>Se tivesse vivido na &quot; Belle Èpoque &quot; ( de 1870 até à 1ª grande guerra de 1914 ) notaria, que no alvorecer da &quot; Estatística &quot;, só se contavam os vivos.
Enfim foi a última época em que predominou o Pensamento Positivo, e foi
também a primeira vez que o sentido de Universalidade se fez sentir, aquilo a que hoje chamariamos &quot; Felicidade Global &quot;.

Curioso e surpreendente ...

Continuação de uma Boa Viagem que além de rolante é pelos vistos
 &quot; saltitante &quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se tivesse vivido na &#8221; Belle Èpoque &#8221; ( de 1870 até à 1ª grande guerra de 1914 ) notaria, que no alvorecer da &#8221; Estatística &#8220;, só se contavam os vivos.<br />
Enfim foi a última época em que predominou o Pensamento Positivo, e foi<br />
também a primeira vez que o sentido de Universalidade se fez sentir, aquilo a que hoje chamariamos &#8221; Felicidade Global &#8220;.</p>
<p>Curioso e surpreendente &#8230;</p>
<p>Continuação de uma Boa Viagem que além de rolante é pelos vistos<br />
 &#8221; saltitante &#8220;.</p>
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		<title>By: Nosbor</title>
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		<dc:creator>Nosbor</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2006 04:29:45 +0000</pubDate>
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		<description>Ola
O texto é muito legal, com muitas verdades.

Desejo uma ótima semana, dias e noites boas.

brçs


Nosbor</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola<br />
O texto é muito legal, com muitas verdades.</p>
<p>Desejo uma ótima semana, dias e noites boas.</p>
<p>brçs</p>
<p>Nosbor</p>
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		<title>By: Tarciso Coelho</title>
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		<dc:creator>Tarciso Coelho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2006 01:22:47 +0000</pubDate>
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		<description>MORRER DEMAIS E MORRER DE MENOS - Há aqueles que morrem demais e outros que morrem de menos. Os homens são lembrados sempre pelo bem que fizeram e pelas belas palavras que pronunciaram (Jesus, Buda, Gandhi, Luther King...). Assim os dias vividos serão mais ou menos para cada pessoa indepedentemente da cronologia de sua vida. Os Guerreiros da Luz com certeza morrerão menos, suas vidas ganham eternidade na obra que deixam para Humanidade. Viva Paulo Coelho que ainda vivo já é imortal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>MORRER DEMAIS E MORRER DE MENOS &#8211; Há aqueles que morrem demais e outros que morrem de menos. Os homens são lembrados sempre pelo bem que fizeram e pelas belas palavras que pronunciaram (Jesus, Buda, Gandhi, Luther King&#8230;). Assim os dias vividos serão mais ou menos para cada pessoa indepedentemente da cronologia de sua vida. Os Guerreiros da Luz com certeza morrerão menos, suas vidas ganham eternidade na obra que deixam para Humanidade. Viva Paulo Coelho que ainda vivo já é imortal.</p>
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		<title>By: Vera Alves</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512908</link>
		<dc:creator>Vera Alves</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2006 00:19:14 +0000</pubDate>
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		<description>Querido Paulo, é verdade....nós todos somos hóspedes neste mundo...
Sabemos que um dia vamos partir. E temos que procurar viver cada minuto como se fosse o último. Gosto muito de um verso de Mário Quintana que diz:

&quot;Esta vida é uma estranha hospedaria,
De onde se parte quase sempre às tontas,
Pois nunca as nossas malas estão prontas
E a nossa conta nunca está em dia.&quot;

Admiro muito seu trabalho, já li todos os seus livros, que têm sido LUZ em minha vida. Que Deus continue a te guiar em seus caminhos.
Beijos
Vera Alves</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querido Paulo, é verdade&#8230;.nós todos somos hóspedes neste mundo&#8230;<br />
Sabemos que um dia vamos partir. E temos que procurar viver cada minuto como se fosse o último. Gosto muito de um verso de Mário Quintana que diz:</p>
<p>&#8220;Esta vida é uma estranha hospedaria,<br />
De onde se parte quase sempre às tontas,<br />
Pois nunca as nossas malas estão prontas<br />
E a nossa conta nunca está em dia.&#8221;</p>
<p>Admiro muito seu trabalho, já li todos os seus livros, que têm sido LUZ em minha vida. Que Deus continue a te guiar em seus caminhos.<br />
Beijos<br />
Vera Alves</p>
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		<title>By: Paula Antunes</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512907</link>
		<dc:creator>Paula Antunes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2006 21:37:07 +0000</pubDate>
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		<description>Sou portuguesa, e tento todos os dias conhecer um pouco melhor a morte, para aprender cada vez mais a Viver.
Obrigado pelo texto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou portuguesa, e tento todos os dias conhecer um pouco melhor a morte, para aprender cada vez mais a Viver.<br />
Obrigado pelo texto.</p>
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		<title>By: conceição santos</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512906</link>
		<dc:creator>conceição santos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2006 19:22:51 +0000</pubDate>
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		<description>OLÀ... Paulo Coelho. Vejo a morte como fim de tudo, para mim é estramamente dificil encarar a morte, só de pensar não ver a minha familia é muito triste e desconfortavel  e dessagradavel e por vezes choro por  eles, não os poder ver seus futuros e crescimentos na vida profisional, e particular . O desenvolvimento dos meus sobrinhos o que cada um deles vai ser no futuro quero conpartilhar isso de perto, por isso cada dia tento viver cada monento como se fosse o ultimo, faço o possivel dentro das minhas possibilidades e  seder aos seus caprichos. Mas não penso muito nisso ,não sei se por iguismo o não só me lembro quando estou doente, a relevamos todos os santos, promessas,pedidos etc. Penso que vou ser interna,preciso acreditar para não desanimar e levar está vida por vezes cruel.
-força!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OLÀ&#8230; Paulo Coelho. Vejo a morte como fim de tudo, para mim é estramamente dificil encarar a morte, só de pensar não ver a minha familia é muito triste e desconfortavel  e dessagradavel e por vezes choro por  eles, não os poder ver seus futuros e crescimentos na vida profisional, e particular . O desenvolvimento dos meus sobrinhos o que cada um deles vai ser no futuro quero conpartilhar isso de perto, por isso cada dia tento viver cada monento como se fosse o ultimo, faço o possivel dentro das minhas possibilidades e  seder aos seus caprichos. Mas não penso muito nisso ,não sei se por iguismo o não só me lembro quando estou doente, a relevamos todos os santos, promessas,pedidos etc. Penso que vou ser interna,preciso acreditar para não desanimar e levar está vida por vezes cruel.<br />
-força!!!</p>
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		<title>By: maysa aliria</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512905</link>
		<dc:creator>maysa aliria</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2006 18:32:46 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Paulo!Acabei de ler Brida e confesso q estou apaixonada mais ainda por esse mundo q julgo fazer parte.Tenho q lhe parabeniza-lo por uma obra tão ilustre.Quero agora ler todos os seus livros e tenho q começar desde já pq me julgo atrasada!Sempre lhe acompanhei na midia mas agora não posso lhe perder de vista.Um super beijo e fique com Deus!Continue sendo essa pessoa iluminada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Paulo!Acabei de ler Brida e confesso q estou apaixonada mais ainda por esse mundo q julgo fazer parte.Tenho q lhe parabeniza-lo por uma obra tão ilustre.Quero agora ler todos os seus livros e tenho q começar desde já pq me julgo atrasada!Sempre lhe acompanhei na midia mas agora não posso lhe perder de vista.Um super beijo e fique com Deus!Continue sendo essa pessoa iluminada!</p>
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	<item>
		<title>By: Sandra</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512904</link>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2006 13:22:53 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo, penso nisso também, sempre. Mas os encontros dependem, ainda sim, de duas pessoas que queiram se encontrar. Eu tive uma amizade boa por muitos anos, que acabou pela intransigencia  da outra parte. Tive a sorte de reencontrar esta pessoa há algumas semanas, quando novamente deixei as portas abertas do meu coracao, demonstrei nao ter ressentimentos. Mas ela nao quis, nao apareceu mais, e aquele encontro foi nossa despedida. Ela morreu há 2 semanas e desde entao ficou esse sentimento do que &quot;poderia ter sido se ela tivesse querido&quot;. Mas independeu de mim. Eu penso sim na morte com frequencia e faco aquilo que considero importante. Outra pergunta que eu me faco é: imagino-me com 65 anos, do que terei orgulho, o que terá sido parte imprescindível da minha vida, o que eu nao poderia ter deixado de fazer, o que me decepcionará se eu nao tiver pelo menos tentado conquistar. Isto me guia para viver a vida que eu quero viver, para buscar aquilo que é importante pra mim. Continue seu caminho em paz! Beijos, Sandra</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo, penso nisso também, sempre. Mas os encontros dependem, ainda sim, de duas pessoas que queiram se encontrar. Eu tive uma amizade boa por muitos anos, que acabou pela intransigencia  da outra parte. Tive a sorte de reencontrar esta pessoa há algumas semanas, quando novamente deixei as portas abertas do meu coracao, demonstrei nao ter ressentimentos. Mas ela nao quis, nao apareceu mais, e aquele encontro foi nossa despedida. Ela morreu há 2 semanas e desde entao ficou esse sentimento do que &#8220;poderia ter sido se ela tivesse querido&#8221;. Mas independeu de mim. Eu penso sim na morte com frequencia e faco aquilo que considero importante. Outra pergunta que eu me faco é: imagino-me com 65 anos, do que terei orgulho, o que terá sido parte imprescindível da minha vida, o que eu nao poderia ter deixado de fazer, o que me decepcionará se eu nao tiver pelo menos tentado conquistar. Isto me guia para viver a vida que eu quero viver, para buscar aquilo que é importante pra mim. Continue seu caminho em paz! Beijos, Sandra</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: José Luiz Silva Nunes</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512903</link>
		<dc:creator>José Luiz Silva Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2006 12:24:10 +0000</pubDate>
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		<description>Blog XII – Pessoa decide viver

Numa tarde de um quase verão, percorrendo o elegante trajeto entre o Consulado Geral do Brasil em Lisboa e os antigos armazéns do Chiado, observo uma lenda poética em bronze, sentado no café “A Brasileira”. Os turistas disparam suas máquinas à estátua que reproduz um homem franzino, intelectualmente dividido entre as idéias que o celebrizaram e o tempo pequeno para uma alma que não o era ...

Ao analisar a dimensão histórica de Fernando Pessoa, um dos poetas maiores da língua portuguesa, penso na fotografia de seu túmulo que uso como marcador de página de um de seus livros. Seu espírito reunia tantas personalidades (os imortais heterônimos, com características singulares) que o autor conseguia ser, em simultâneo, um conjunto de Pessoas superando-se como porta-vozes de uma genialidade que mesmo a morte não calaria:

“Se eu, criança das cidades do vale, não sabia respirar...
Porque é que me deste a tua alma se eu não sabia o que fazer dela
Como quem está carregado de ouro num deserto,
Ou canta com voz divina entre ruínas?
Porque  é que me acordaste para a sensação e a nova alma,
Se eu não saberei sentir, se a minha alma é de sempre a minha?”

Descendo a Rua Garret penso nas estatísticas silenciando as vozes do mundo e no pranto vibrante dos recém-nascidos. Um artista ocasional tenta trocar seu pequeno espetáculo pirotécnico pelas moedas dos transeuntes: lembro-me do grande incêndio que reduziu a cinzas os principais edifícios da região nos anos 80, e dos mesmos já recuperados transbordando de vida e cultura. Na tradicional Livraria Bertrand tomo um exemplar de “O Zahir” de Paulo Coelho e descubro logo palavras marcantes a respeito de um Banco de Favores... Recuo no tempo para dez anos atrás: estou num centro comercial em Toronto, os livros do mesmo autor estão escritos em inglês. Também ali havia outra poesia de Fernando Pessoa sussurrando ao meu pensamento:

“Foste tu que me ensinaste esse grito antiquíssimo, inglês,
Que tão venenosamente resume
Para as almas complexas  como a minha
O chamamento confuso das águas,
A voz inédita e implícita de todas as coisas do mar,
Dos naufrágios, das viagens longínquas, das travessias perigosas.
Esse teu grito inglês, tornado universal no meu sangue,
Sem feitio de grito, sem forma humana nem voz,
Esse grito tremendo que parece soar
De dentro duma caverna cuja abóbada é o céu...”

A diferença entre viver ou tornar-se uma estatística reside também numa atitude voltada para uma vida além do óbvio. Houve um tempo no qual Veronika decidiu morrer, Pessoa preferiu viver, Coelho assumiu escrever e Nunes (eu mesmo...) pensou que tudo valia a pena se a alma não fosse pequena. Minha conta no Banco de Favores encontra-se aberta há muito tempo e espero um dia descobrir o retorno desses investimentos, para rir-me da realidade quando todos nós formos encontrar o refúgio dos nossos mistérios maiores.

Do sempre amigo,

J.L. Nunes</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Blog XII – Pessoa decide viver</p>
<p>Numa tarde de um quase verão, percorrendo o elegante trajeto entre o Consulado Geral do Brasil em Lisboa e os antigos armazéns do Chiado, observo uma lenda poética em bronze, sentado no café “A Brasileira”. Os turistas disparam suas máquinas à estátua que reproduz um homem franzino, intelectualmente dividido entre as idéias que o celebrizaram e o tempo pequeno para uma alma que não o era &#8230;</p>
<p>Ao analisar a dimensão histórica de Fernando Pessoa, um dos poetas maiores da língua portuguesa, penso na fotografia de seu túmulo que uso como marcador de página de um de seus livros. Seu espírito reunia tantas personalidades (os imortais heterônimos, com características singulares) que o autor conseguia ser, em simultâneo, um conjunto de Pessoas superando-se como porta-vozes de uma genialidade que mesmo a morte não calaria:</p>
<p>“Se eu, criança das cidades do vale, não sabia respirar&#8230;<br />
Porque é que me deste a tua alma se eu não sabia o que fazer dela<br />
Como quem está carregado de ouro num deserto,<br />
Ou canta com voz divina entre ruínas?<br />
Porque  é que me acordaste para a sensação e a nova alma,<br />
Se eu não saberei sentir, se a minha alma é de sempre a minha?”</p>
<p>Descendo a Rua Garret penso nas estatísticas silenciando as vozes do mundo e no pranto vibrante dos recém-nascidos. Um artista ocasional tenta trocar seu pequeno espetáculo pirotécnico pelas moedas dos transeuntes: lembro-me do grande incêndio que reduziu a cinzas os principais edifícios da região nos anos 80, e dos mesmos já recuperados transbordando de vida e cultura. Na tradicional Livraria Bertrand tomo um exemplar de “O Zahir” de Paulo Coelho e descubro logo palavras marcantes a respeito de um Banco de Favores&#8230; Recuo no tempo para dez anos atrás: estou num centro comercial em Toronto, os livros do mesmo autor estão escritos em inglês. Também ali havia outra poesia de Fernando Pessoa sussurrando ao meu pensamento:</p>
<p>“Foste tu que me ensinaste esse grito antiquíssimo, inglês,<br />
Que tão venenosamente resume<br />
Para as almas complexas  como a minha<br />
O chamamento confuso das águas,<br />
A voz inédita e implícita de todas as coisas do mar,<br />
Dos naufrágios, das viagens longínquas, das travessias perigosas.<br />
Esse teu grito inglês, tornado universal no meu sangue,<br />
Sem feitio de grito, sem forma humana nem voz,<br />
Esse grito tremendo que parece soar<br />
De dentro duma caverna cuja abóbada é o céu&#8230;”</p>
<p>A diferença entre viver ou tornar-se uma estatística reside também numa atitude voltada para uma vida além do óbvio. Houve um tempo no qual Veronika decidiu morrer, Pessoa preferiu viver, Coelho assumiu escrever e Nunes (eu mesmo&#8230;) pensou que tudo valia a pena se a alma não fosse pequena. Minha conta no Banco de Favores encontra-se aberta há muito tempo e espero um dia descobrir o retorno desses investimentos, para rir-me da realidade quando todos nós formos encontrar o refúgio dos nossos mistérios maiores.</p>
<p>Do sempre amigo,</p>
<p>J.L. Nunes</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Denise</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512902</link>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 May 2006 18:25:08 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo.espero sempre ansiosa sobre seus textos.Para mim são como remédios diários, que fazem com que meu dia se torne muito melhor.O texto de hoje, não se pode dizer que foi o melhor, pois nada que voce faz            ouescreve é melhorou pior.Mas é um texto que realmente nos faz pensar, e transfoma a maneira de conduzir nossos dias, de voltar nossos sonhos e que independentemente de nossa idade, não temos tempo.Não podemosadiar nada, deixar nada para trás, não deixar para daqui a pouco a palavra ao amigo, porquequalquer segundo poderá ser tarde de mais. Quanto a sua oração somente posso dizer Amém.Que eu consiga pelo menos colocar em práticaum item dela.Já estaria fazendo algo por mim, e certamente por aqueles que me rodeiamSEgue teu caminho, e que sua jornada neste mundo continue sendo sempre tão iluminada, tão verdadeira, e tão simples, tocando nossos corações,e transmitindo a outras pessoas, men sag en stão verdadeiras e simples.Escreva logo novamente.Bjos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo.espero sempre ansiosa sobre seus textos.Para mim são como remédios diários, que fazem com que meu dia se torne muito melhor.O texto de hoje, não se pode dizer que foi o melhor, pois nada que voce faz            ouescreve é melhorou pior.Mas é um texto que realmente nos faz pensar, e transfoma a maneira de conduzir nossos dias, de voltar nossos sonhos e que independentemente de nossa idade, não temos tempo.Não podemosadiar nada, deixar nada para trás, não deixar para daqui a pouco a palavra ao amigo, porquequalquer segundo poderá ser tarde de mais. Quanto a sua oração somente posso dizer Amém.Que eu consiga pelo menos colocar em práticaum item dela.Já estaria fazendo algo por mim, e certamente por aqueles que me rodeiamSEgue teu caminho, e que sua jornada neste mundo continue sendo sempre tão iluminada, tão verdadeira, e tão simples, tocando nossos corações,e transmitindo a outras pessoas, men sag en stão verdadeiras e simples.Escreva logo novamente.Bjos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Cleusa</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512901</link>
		<dc:creator>Cleusa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 May 2006 16:57:08 +0000</pubDate>
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		<description>Por isso somos seres tão antagônicos. Nascemos sob a luz que um dia se apagará e nos levará a outra luz, muito mais intensa, acolhedora. E lá, certamente teremos tempo para visualizar quadro a quadro nossos momentos do passado recente e também de um  passado distante, que parece até havia se esfacelado da memória. O sorriso, o choro, os desalinhos, a inércia, as tentativas, a covardia... Tudo impreguinado na alma. Mas, e o brilho? O brilho ecoará pelo Universo, intensamente como o som que martela as lembranças, vislumbrando novas chegadas, novos caminhos e sempre a mesma procura...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por isso somos seres tão antagônicos. Nascemos sob a luz que um dia se apagará e nos levará a outra luz, muito mais intensa, acolhedora. E lá, certamente teremos tempo para visualizar quadro a quadro nossos momentos do passado recente e também de um  passado distante, que parece até havia se esfacelado da memória. O sorriso, o choro, os desalinhos, a inércia, as tentativas, a covardia&#8230; Tudo impreguinado na alma. Mas, e o brilho? O brilho ecoará pelo Universo, intensamente como o som que martela as lembranças, vislumbrando novas chegadas, novos caminhos e sempre a mesma procura&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Natasha</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512900</link>
		<dc:creator>Natasha</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 May 2006 16:29:26 +0000</pubDate>
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		<description>And still small question:) how to you our gift - баранки??:))
Novosibirsk loves you:) Transfer the best regards to all your team, everyone, who with you:) Is especial Volode - operator from Kiev)

&quot; A Thank, Paulo!
Happy ways! &quot;

&quot;Спасибо, Paulo!
Счастливого пути!&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>And still small question:) how to you our gift &#8211; баранки??:))<br />
Novosibirsk loves you:) Transfer the best regards to all your team, everyone, who with you:) Is especial Volode &#8211; operator from Kiev)</p>
<p>&#8221; A Thank, Paulo!<br />
Happy ways! &#8221;</p>
<p>&#8220;Спасибо, Paulo!<br />
Счастливого пути!&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Natasha</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512899</link>
		<dc:creator>Natasha</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 May 2006 16:13:33 +0000</pubDate>
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		<description>Thank, road Paulo!!! The large thank, that are divided with us by a part of the soul! Novosibirsk travels with you! You невсегда will stay in heart of city!!! Мадонна with the Christ on hands, this card, which you have presented, is stored(kept) at us and we thank you for such благословение!!! A thank, thank from all soul!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Thank, road Paulo!!! The large thank, that are divided with us by a part of the soul! Novosibirsk travels with you! You невсегда will stay in heart of city!!! Мадонна with the Christ on hands, this card, which you have presented, is stored(kept) at us and we thank you for such благословение!!! A thank, thank from all soul!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: CRIS COELHO</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512898</link>
		<dc:creator>CRIS COELHO</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 May 2006 14:08:39 +0000</pubDate>
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		<description>Ola, bom dia... viver é uma verdadeira viagem, em todos os sentidos. E as bençãos divinas tem que ser enxergadas e aceitas. Aceitei meu destinho, minha lenda e viver um sonho, sofri horrores, e agora no inicio de uma calmaria, de nova fase rumo ao cume, percebo que fiz a melhor das escolhas, mesmo tenho sacudido minha vida por uma tsunami existêncial.... beijos... *CRIS*</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola, bom dia&#8230; viver é uma verdadeira viagem, em todos os sentidos. E as bençãos divinas tem que ser enxergadas e aceitas. Aceitei meu destinho, minha lenda e viver um sonho, sofri horrores, e agora no inicio de uma calmaria, de nova fase rumo ao cume, percebo que fiz a melhor das escolhas, mesmo tenho sacudido minha vida por uma tsunami existêncial&#8230;. beijos&#8230; *CRIS*</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Cristina Sousa</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512897</link>
		<dc:creator>Cristina Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 May 2006 13:27:29 +0000</pubDate>
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		<description>Sabe Paulo , tem uma coisa realmente mágica que me faz ler suas mensagens. Não sei explicar bem o que acontece, porque nem eu mesmo sabia que estava precisando daquelas palavras, e de repente me vejo entrando no seu site ou pegando um livro seu para reler ...  e o mais incrível .... sempre tem algo que me emociona muito, parece que foi feito para mim.
Hoje eu li esta linda oração, e enquanto eu a lia eu chorava de emoção,  e de alegria também por ter tido a oportunidade de encontrar as palavras que mexem com o meu coração e me fortalece nos momentos de duvidas e apreensão.
Um grande sonho que te tenho é de poder fazer o Caminho de Santiago ...  então desejo que vc tenha ótimos momentos para nos repassar todos os detalhes e emoção da viagem... assim posso sentir como estivesse vivenciando estes momentos.
Que Deus o ilumine sempre!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe Paulo , tem uma coisa realmente mágica que me faz ler suas mensagens. Não sei explicar bem o que acontece, porque nem eu mesmo sabia que estava precisando daquelas palavras, e de repente me vejo entrando no seu site ou pegando um livro seu para reler &#8230;  e o mais incrível &#8230;. sempre tem algo que me emociona muito, parece que foi feito para mim.<br />
Hoje eu li esta linda oração, e enquanto eu a lia eu chorava de emoção,  e de alegria também por ter tido a oportunidade de encontrar as palavras que mexem com o meu coração e me fortalece nos momentos de duvidas e apreensão.<br />
Um grande sonho que te tenho é de poder fazer o Caminho de Santiago &#8230;  então desejo que vc tenha ótimos momentos para nos repassar todos os detalhes e emoção da viagem&#8230; assim posso sentir como estivesse vivenciando estes momentos.<br />
Que Deus o ilumine sempre!!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Marcelino Rodriguez</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512896</link>
		<dc:creator>Marcelino Rodriguez</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 20:03:07 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Paulo, tava com o texto da Bulgaria pela frente dai o comentário acima. Imagino sim a alegria que Vc deve sentir com os blogs; a gente fica muito feliz de saber que há interação com a gente, diminui nossa solidão. Sobre a morte, há muitos mortos vivos na vida (agora comento o texto atual.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Paulo, tava com o texto da Bulgaria pela frente dai o comentário acima. Imagino sim a alegria que Vc deve sentir com os blogs; a gente fica muito feliz de saber que há interação com a gente, diminui nossa solidão. Sobre a morte, há muitos mortos vivos na vida (agora comento o texto atual.)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Marcelino Rodriguez</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512895</link>
		<dc:creator>Marcelino Rodriguez</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 19:54:49 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é Paulo, não podemos negar que eles foram originais. Abraços, Marcelino</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é Paulo, não podemos negar que eles foram originais. Abraços, Marcelino</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Maria Luisa</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512894</link>
		<dc:creator>Maria Luisa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 19:47:11 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, Paulo li mais um texto seu e concordo plenamente com vc e acho q temos q tirar dá morte o melhor dela q é nos deixar cada vez mais vivos toda vez q pensamos no assunto. Graças ao seu livro &quot;Veronika decide morrer&quot; eu consegui tirar o melhor da morte e dei o telefonema q precisava ter dado, carta q escrevi e q entreguei, e tudo q poderia ser feito eu fiz.BJS......Valeu</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Paulo li mais um texto seu e concordo plenamente com vc e acho q temos q tirar dá morte o melhor dela q é nos deixar cada vez mais vivos toda vez q pensamos no assunto. Graças ao seu livro &#8220;Veronika decide morrer&#8221; eu consegui tirar o melhor da morte e dei o telefonema q precisava ter dado, carta q escrevi e q entreguei, e tudo q poderia ser feito eu fiz.BJS&#8230;&#8230;Valeu</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Patrícia</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512893</link>
		<dc:creator>Patrícia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 18:22:56 +0000</pubDate>
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		<description>Olá

Sou leitora assídua deste blog e já li (quase) todos os seus livros editados em Portugal. Ao ler este post não pude deixar de recordar o “Verónika decide morrer” que é fantástico.
Não acho que pensar na morte faça bem ou nos ajude a aproveitar melhor a vida. Não penso na minha própria morte, ela não me assusta. Mas a morte dos que estão à minha volta aterroriza-me. Sei que é inevitável e que sobreviverei tal como sobrevivi quando perdi alguns dos que mais amava, mas como encarar que aqueles que são a nossa ancora nos vão deixar?
Sei, melhor do que gostaria, o que é perder alguém, e reviver esse momento noite após noite. Pensar nisso vai ajudar-me?
Saber que vou sentir mais uma vez o medo que alguém que amo morra à minha frente vai ajudar-me a lidar com essa situação?
Não creio. Se começar a ter essa consciência vou afastar-me de todos, para não tornar a sofrer e isso não é solução, mas outra espécie de morte.
Prefiro viver com alegria a cada dia e acreditar que haverá sempre um amanhã. Prefiro arriscar-me a amar e acreditar que estaremos sempre juntos.
Não é o medo da morte que me vai fazer viver com mais intensidade. A VIDA não precisa dessa justificação para ser plena. Eu não preciso de pensar no FIM para celebrar a vida.

Boa vigem e até um dia...
Patrícia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá</p>
<p>Sou leitora assídua deste blog e já li (quase) todos os seus livros editados em Portugal. Ao ler este post não pude deixar de recordar o “Verónika decide morrer” que é fantástico.<br />
Não acho que pensar na morte faça bem ou nos ajude a aproveitar melhor a vida. Não penso na minha própria morte, ela não me assusta. Mas a morte dos que estão à minha volta aterroriza-me. Sei que é inevitável e que sobreviverei tal como sobrevivi quando perdi alguns dos que mais amava, mas como encarar que aqueles que são a nossa ancora nos vão deixar?<br />
Sei, melhor do que gostaria, o que é perder alguém, e reviver esse momento noite após noite. Pensar nisso vai ajudar-me?<br />
Saber que vou sentir mais uma vez o medo que alguém que amo morra à minha frente vai ajudar-me a lidar com essa situação?<br />
Não creio. Se começar a ter essa consciência vou afastar-me de todos, para não tornar a sofrer e isso não é solução, mas outra espécie de morte.<br />
Prefiro viver com alegria a cada dia e acreditar que haverá sempre um amanhã. Prefiro arriscar-me a amar e acreditar que estaremos sempre juntos.<br />
Não é o medo da morte que me vai fazer viver com mais intensidade. A VIDA não precisa dessa justificação para ser plena. Eu não preciso de pensar no FIM para celebrar a vida.</p>
<p>Boa vigem e até um dia&#8230;<br />
Patrícia</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Vera</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512892</link>
		<dc:creator>Vera</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 18:21:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br.paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/#comment-512892</guid>
		<description>O seu texto parece que foi escrito propositadamente para mim... como certamente estarão a pensar muitos dos que o estão a ler neste momento.
Finalmente decidi, com uma dose de loucura e de confiança em mim mesma e em Deus, e com esperança no futuro, fazer algo que tenho adiado há já alguns anos. Estou a perder o medo do fracasso. A morte,a minha pelo menos, já não me assusta.
Dia 7 de Junho parto em peregrinação a pé para Santiago de Compostela em busca do meu «Graal». Acabou de nascer o meu 1º sobrinho - neto!!! A minha sobrinha mais velha que é apenas mais nova que eu 3 anos ( eu tenho 28 e ela 25) teve o seu 1º filho!
E, tal como Walt Whitman, eu não canto apenas pelos vencedores, mas também pelos vencidos...também eles, na minha opinião, levam algo desta vida.
Carpe Diem!
Obrigada!
Vera</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O seu texto parece que foi escrito propositadamente para mim&#8230; como certamente estarão a pensar muitos dos que o estão a ler neste momento.<br />
Finalmente decidi, com uma dose de loucura e de confiança em mim mesma e em Deus, e com esperança no futuro, fazer algo que tenho adiado há já alguns anos. Estou a perder o medo do fracasso. A morte,a minha pelo menos, já não me assusta.<br />
Dia 7 de Junho parto em peregrinação a pé para Santiago de Compostela em busca do meu «Graal». Acabou de nascer o meu 1º sobrinho &#8211; neto!!! A minha sobrinha mais velha que é apenas mais nova que eu 3 anos ( eu tenho 28 e ela 25) teve o seu 1º filho!<br />
E, tal como Walt Whitman, eu não canto apenas pelos vencedores, mas também pelos vencidos&#8230;também eles, na minha opinião, levam algo desta vida.<br />
Carpe Diem!<br />
Obrigada!<br />
Vera</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Mayara</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512891</link>
		<dc:creator>Mayara</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 17:48:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br.paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/#comment-512891</guid>
		<description>Querido Paulo....
Não acredito em coincidências...
Costumo visitar o seu flog todas as manhãs... mesmo quando não há um novo texto... porém, esta manhã eu estava muito ocupada (com trabalhos que havia acumulado durante a semena e com os trabalhos que deveriam ser feitos para hoje) e não tive tempo de fazer minha visita diária. Agora, depois de concluir quase tudo que tinha planejado, vim conferir o seu flog. E como eu disse, não acredito em coincidências, eu estava justamente pensando nas coisas que eu deixei de dizer por medo de expressar meus sentimentos e não ter a recíproca que gostaria. Das oportunidades perdidas, dos momentos que &quot;poderiam&quot; ter sido diferentes... enfim, os momentos mágicos existem...
Muito obrigada pelas palavras!!!
Deus te abençõe!!!!
Paz!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querido Paulo&#8230;.<br />
Não acredito em coincidências&#8230;<br />
Costumo visitar o seu flog todas as manhãs&#8230; mesmo quando não há um novo texto&#8230; porém, esta manhã eu estava muito ocupada (com trabalhos que havia acumulado durante a semena e com os trabalhos que deveriam ser feitos para hoje) e não tive tempo de fazer minha visita diária. Agora, depois de concluir quase tudo que tinha planejado, vim conferir o seu flog. E como eu disse, não acredito em coincidências, eu estava justamente pensando nas coisas que eu deixei de dizer por medo de expressar meus sentimentos e não ter a recíproca que gostaria. Das oportunidades perdidas, dos momentos que &#8220;poderiam&#8221; ter sido diferentes&#8230; enfim, os momentos mágicos existem&#8230;<br />
Muito obrigada pelas palavras!!!<br />
Deus te abençõe!!!!<br />
Paz!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Helena</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512890</link>
		<dc:creator>Helena</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 17:38:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br.paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/#comment-512890</guid>
		<description>Paulo,

Tenho lido todos os seus textos e gostaria apenas de dizer que este me tocou particularmente, porque &quot;senti&quot; o que queria dizer.
Temos de saber viver com &quot;tempo&quot; que a nossa condição humana nos dá; e, viver não custa, o que custa é saber viver.
Obrigada pela inspiração e votos de uma viagem recheada descobretas!

Helena</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo,</p>
<p>Tenho lido todos os seus textos e gostaria apenas de dizer que este me tocou particularmente, porque &#8220;senti&#8221; o que queria dizer.<br />
Temos de saber viver com &#8220;tempo&#8221; que a nossa condição humana nos dá; e, viver não custa, o que custa é saber viver.<br />
Obrigada pela inspiração e votos de uma viagem recheada descobretas!</p>
<p>Helena</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Mariana Cristina Tegani</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512889</link>
		<dc:creator>Mariana Cristina Tegani</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 17:27:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br.paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/#comment-512889</guid>
		<description>Querido Paulo,
 Que oração mais linda! Vou salvá-la em meu computador para toda vez que lembrar e tiver um tempo, eu poder lê-la.
Agora em questão de vida e morte, realmente, por não sabermos a data de nossa morte, nos julgamos eternos. E isso é muito triste, pois deixamos muita coisa passar &quot;em branco&quot;, que nos iria trazer uma alegria, um sorriso, não só nosso, mas das pessoas que convivemos.
Às vezes deixamos ciclos abertos em nossa vida, esperando o momento certo de fechar, sem correr atrás do que queremos ou daquilo que não está nos deixando dormir.&quot;O zahir&quot; descreve muito bem isso, quando queremos algo, temos que correr atrás, e o mais rápido possível, para que se morrermos, não tenhamos deixado nada pra traz, nada não feito, nada não vivido, mas se ainda continuarmos um bom tempo vivos, louvores a Deus! Pq realizamos um sonho e ainda tivemos tempo de ter mais outros sonhos e torná-los reais, e fechando nossos ciclos, ficamos com a consciência mais leve, nosso fardo diminue, e a paz, a tão desejada paz se instala em nosso coração, e qdo acontece isso, é incrível como o nosso pensamento é: &quot;Se eu morresse agora, nesse instante, morreria feliz, em paz, com o coração livre&quot;.
Então é isso meu amigo, isso é uma minúscula parte do que tenho aprendido lendo seus livros, ser sonhadora, mas correr atrás do sonhos; não viver o passado nem o futuro, mas o presente;estar certa de que vou morrer, mas com a alma leve por ter fechado meus ciclos, resumindo: combatendo o bom combate SEMPRE!

Um grande beijo pro senhor e pra todos que forem postar aqui tbm...
E que sempre, sejamos guerreiros da luz!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querido Paulo,<br />
 Que oração mais linda! Vou salvá-la em meu computador para toda vez que lembrar e tiver um tempo, eu poder lê-la.<br />
Agora em questão de vida e morte, realmente, por não sabermos a data de nossa morte, nos julgamos eternos. E isso é muito triste, pois deixamos muita coisa passar &#8220;em branco&#8221;, que nos iria trazer uma alegria, um sorriso, não só nosso, mas das pessoas que convivemos.<br />
Às vezes deixamos ciclos abertos em nossa vida, esperando o momento certo de fechar, sem correr atrás do que queremos ou daquilo que não está nos deixando dormir.&#8221;O zahir&#8221; descreve muito bem isso, quando queremos algo, temos que correr atrás, e o mais rápido possível, para que se morrermos, não tenhamos deixado nada pra traz, nada não feito, nada não vivido, mas se ainda continuarmos um bom tempo vivos, louvores a Deus! Pq realizamos um sonho e ainda tivemos tempo de ter mais outros sonhos e torná-los reais, e fechando nossos ciclos, ficamos com a consciência mais leve, nosso fardo diminue, e a paz, a tão desejada paz se instala em nosso coração, e qdo acontece isso, é incrível como o nosso pensamento é: &#8220;Se eu morresse agora, nesse instante, morreria feliz, em paz, com o coração livre&#8221;.<br />
Então é isso meu amigo, isso é uma minúscula parte do que tenho aprendido lendo seus livros, ser sonhadora, mas correr atrás do sonhos; não viver o passado nem o futuro, mas o presente;estar certa de que vou morrer, mas com a alma leve por ter fechado meus ciclos, resumindo: combatendo o bom combate SEMPRE!</p>
<p>Um grande beijo pro senhor e pra todos que forem postar aqui tbm&#8230;<br />
E que sempre, sejamos guerreiros da luz!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Barbara Faleiro</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512888</link>
		<dc:creator>Barbara Faleiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 16:43:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br.paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/#comment-512888</guid>
		<description>mais uma vez voce nos fez pensar mais alem...espero que a morte demore a te encontrar...pois issso seria um desperdicio...abracos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mais uma vez voce nos fez pensar mais alem&#8230;espero que a morte demore a te encontrar&#8230;pois issso seria um desperdicio&#8230;abracos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Lina Melo</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512887</link>
		<dc:creator>Lina Melo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 15:57:19 +0000</pubDate>
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		<description>AMIGO CAMINHANTE

Que a LUZ sagrada dos divinos o acompanhe nesta grandiosa CAMINHADA !
Talvez um dia, quando passar por Portugal eu consiga  apertar-lhe a mão e dizer-lhe &quot;OBRIGADO pelos caminhos que através de si consegui abrir na minha VIDA &quot;.
Fique Bem e sinta-se FELIZ porque continua a contribuir para a Realização Pessoal de muitos Seres que têm a vontade à flor da pele de se descobrirem !!!
1 bj amigo
LINA MELO</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>AMIGO CAMINHANTE</p>
<p>Que a LUZ sagrada dos divinos o acompanhe nesta grandiosa CAMINHADA !<br />
Talvez um dia, quando passar por Portugal eu consiga  apertar-lhe a mão e dizer-lhe &#8220;OBRIGADO pelos caminhos que através de si consegui abrir na minha VIDA &#8220;.<br />
Fique Bem e sinta-se FELIZ porque continua a contribuir para a Realização Pessoal de muitos Seres que têm a vontade à flor da pele de se descobrirem !!!<br />
1 bj amigo<br />
LINA MELO</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Elicesar Santos</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512886</link>
		<dc:creator>Elicesar Santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 14:09:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br.paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/#comment-512886</guid>
		<description>Paulo Coelho muito obrigado pela esta linda oração,porque esta oração que eu estava precisando de ler.Vou colocala nas minhas oraçoes diarias.Nos mais um grande abraçoe que DEUS de abençoi nesta caminhada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Coelho muito obrigado pela esta linda oração,porque esta oração que eu estava precisando de ler.Vou colocala nas minhas oraçoes diarias.Nos mais um grande abraçoe que DEUS de abençoi nesta caminhada.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Joice</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512885</link>
		<dc:creator>Joice</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 14:09:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br.paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/#comment-512885</guid>
		<description>Mas uma vez...
um ótimo texto!!!
Gostaria de agradacer o cartão autografado....fiquei esperando anciosa por isso, e finalmente chegou!!!
Muito obrigada mesmo!!!
Boa viagem pra você!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas uma vez&#8230;<br />
um ótimo texto!!!<br />
Gostaria de agradacer o cartão autografado&#8230;.fiquei esperando anciosa por isso, e finalmente chegou!!!<br />
Muito obrigada mesmo!!!<br />
Boa viagem pra você!</p>
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		<title>By: Socorro Farias</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512884</link>
		<dc:creator>Socorro Farias</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 13:41:29 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Paulo Coelho! Ler o que você escreve já é um prazer que vem do fundo da alma, você consegue nos fazer refletir, repensar certos assuntos que ficam escondidos no nosso íntimo. Na minha vida já tive grandes perdas a minha mãe biológica faleceu aos 46 anos e eu questionava porque ela tinha muita coisa pra fazer ainda, mas agora depois de ler esse texto pude entender que cada um tempo que não de sabe quando será para estar aqui na terra e que devemos viver. No ano passado meu pai(avô) faleceu aos 86 anos, são tempos diferentes mas a morte dele eu aceitei melhor porque ele tinha vivido muito tempo alcançou várias gerações e ela partiu na medade. A morte é um grande mistério.
Mas lendo seu texto, sua reflexão sobre a morte, vi que ela é um detalhe na nossa vida, inevitável com certeza, mas um detalhe, pois temos uma vida pela frente seja ela longa ou curta que seja uma vida de realizações.
Parabéns pelo seu excelente trabalho. Um beijo no seu coração e continue sua caminhada nos ensinando através de seus textos a VIVER.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Paulo Coelho! Ler o que você escreve já é um prazer que vem do fundo da alma, você consegue nos fazer refletir, repensar certos assuntos que ficam escondidos no nosso íntimo. Na minha vida já tive grandes perdas a minha mãe biológica faleceu aos 46 anos e eu questionava porque ela tinha muita coisa pra fazer ainda, mas agora depois de ler esse texto pude entender que cada um tempo que não de sabe quando será para estar aqui na terra e que devemos viver. No ano passado meu pai(avô) faleceu aos 86 anos, são tempos diferentes mas a morte dele eu aceitei melhor porque ele tinha vivido muito tempo alcançou várias gerações e ela partiu na medade. A morte é um grande mistério.<br />
Mas lendo seu texto, sua reflexão sobre a morte, vi que ela é um detalhe na nossa vida, inevitável com certeza, mas um detalhe, pois temos uma vida pela frente seja ela longa ou curta que seja uma vida de realizações.<br />
Parabéns pelo seu excelente trabalho. Um beijo no seu coração e continue sua caminhada nos ensinando através de seus textos a VIVER.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: bianca</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2006/05/26/vinte-anos-depois-entre-moscou-e-ekaterinburg/comment-page-1/#comment-512883</link>
		<dc:creator>bianca</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 13:37:03 +0000</pubDate>
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		<description>Olá querido, tudo bom?
espero que sim pois são meus sinceros votos.
Olha tenho um pouco de medo da morte, pois tenho tantos planos e por isso o medo de a morte vim cedo e eu nao chegar a realizar meus objetivos. Mais no entanto, acho que já estou perdendo mais o medo, porque o tempo realmente transforma tudo e sei que vou acabar mudando de opinião a respeito da morte.
Sinto agora uma confiança de quer ela não ta perto e que ainda vou fazer muita coisa na vida, mais sei também que não possa deixar tudo para depois, sei que a vida é curta.
Bom espero aprender a conviver com essa certeza, e só assim viver em paz e feliz.
Mil Beijos e fica com Deus.
Bia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá querido, tudo bom?<br />
espero que sim pois são meus sinceros votos.<br />
Olha tenho um pouco de medo da morte, pois tenho tantos planos e por isso o medo de a morte vim cedo e eu nao chegar a realizar meus objetivos. Mais no entanto, acho que já estou perdendo mais o medo, porque o tempo realmente transforma tudo e sei que vou acabar mudando de opinião a respeito da morte.<br />
Sinto agora uma confiança de quer ela não ta perto e que ainda vou fazer muita coisa na vida, mais sei também que não possa deixar tudo para depois, sei que a vida é curta.<br />
Bom espero aprender a conviver com essa certeza, e só assim viver em paz e feliz.<br />
Mil Beijos e fica com Deus.<br />
Bia</p>
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