<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: Edição nº 171 : O ato de escrever – o texto (final)</title>
	<atom:link href="http://paulocoelhoblog.com/2008/04/30/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://paulocoelhoblog.com/2008/04/30/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 26 May 2012 14:47:41 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
	<item>
		<title>By: maria da gloria</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2008/04/30/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/comment-page-1/#comment-512158</link>
		<dc:creator>maria da gloria</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 00:39:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://paulocoelhoblog.com/guerreirodaluz/30.04.2008/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/#comment-512158</guid>
		<description>Interessante ver fluir o pensmaneto do escritor e seus leiotres. Parece um ato normal e corriqueiro. longe disso, considero isto sim; um arremesso de tiro no alvo! Agradeço a oportunidade e aguardo com ansiedade pela resposta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante ver fluir o pensmaneto do escritor e seus leiotres. Parece um ato normal e corriqueiro. longe disso, considero isto sim; um arremesso de tiro no alvo! Agradeço a oportunidade e aguardo com ansiedade pela resposta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Katherine Lago</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2008/04/30/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/comment-page-1/#comment-512157</link>
		<dc:creator>Katherine Lago</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 15:07:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://paulocoelhoblog.com/guerreirodaluz/30.04.2008/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/#comment-512157</guid>
		<description>Mestre...nao imporfta a creteca que for mientras exista la idea,el trazo,la genesis que importan las criticas si estan siendoparte de la mismamano que crea la idea,el que rea,esta generando como los lazos de ls walkirias las vidas de los guerreros entrelazano las vidas,generas todo tanto las ideas como las critcas y el amor y el odio  como es parte del todo ...e felicito a voce!...por que voce es parte del todo ,vives!...
Te amo mestre!
Obrigda .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mestre&#8230;nao imporfta a creteca que for mientras exista la idea,el trazo,la genesis que importan las criticas si estan siendoparte de la mismamano que crea la idea,el que rea,esta generando como los lazos de ls walkirias las vidas de los guerreros entrelazano las vidas,generas todo tanto las ideas como las critcas y el amor y el odio  como es parte del todo &#8230;e felicito a voce!&#8230;por que voce es parte del todo ,vives!&#8230;<br />
Te amo mestre!<br />
Obrigda .</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Paula Rodrigues</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2008/04/30/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/comment-page-1/#comment-512156</link>
		<dc:creator>Paula Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 11:53:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://paulocoelhoblog.com/guerreirodaluz/30.04.2008/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/#comment-512156</guid>
		<description>Criticar não custa, o difícil é fazer. Isto é uma realidade que se repete no quotidiano, e é com alegria que o vejo ser superior a esses contratempos inevitáveis. Há pouco tempo, uma amiga disse-me que tinha um trabalho para fazer e se eu a ajudava. Ela anda a tirar um curso e teria que ler um livro e fazer o seu resumo. Emprestei-lhe &quot;Ser como um rio que flui&quot;. É claro que ela adorou e quer mais. Os seus livros são a viagem que eu gostava de fazer, o anjo que eu gostava de conhecer e o mago que eu gostava de ter como meu mestre. Continue com a sua escrita e a sua caminhada, porque com elas eu também vou. Beijinho amigo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Criticar não custa, o difícil é fazer. Isto é uma realidade que se repete no quotidiano, e é com alegria que o vejo ser superior a esses contratempos inevitáveis. Há pouco tempo, uma amiga disse-me que tinha um trabalho para fazer e se eu a ajudava. Ela anda a tirar um curso e teria que ler um livro e fazer o seu resumo. Emprestei-lhe &#8220;Ser como um rio que flui&#8221;. É claro que ela adorou e quer mais. Os seus livros são a viagem que eu gostava de fazer, o anjo que eu gostava de conhecer e o mago que eu gostava de ter como meu mestre. Continue com a sua escrita e a sua caminhada, porque com elas eu também vou. Beijinho amigo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: mariangela</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2008/04/30/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/comment-page-1/#comment-512155</link>
		<dc:creator>mariangela</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 20:36:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://paulocoelhoblog.com/guerreirodaluz/30.04.2008/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/#comment-512155</guid>
		<description>Bacana.
Quando sairá o próximo livro?
bjs.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bacana.<br />
Quando sairá o próximo livro?<br />
bjs.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ana</title>
		<link>http://paulocoelhoblog.com/2008/04/30/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/comment-page-1/#comment-512154</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 14:30:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://paulocoelhoblog.com/guerreirodaluz/30.04.2008/edicao-n%c2%ba-171-o-ato-de-escrever-%e2%80%93-o-texto-final/#comment-512154</guid>
		<description>Topo o desafio implícito de discutir a escrita, e começo a te escrever citando Oscar Wilde: &quot;A forma e crítica mais elevada, como a mais baixa, é um gênero de autobiografia&quot;.
No post anterior você mencionou pessoas que se detém sobre livros acadêmicos, e perdem o contato com outras formas de escrita. Por estudar Letras, numa faculdade extremamente conceituada e portanto bastante elitista, você pode imaginar as inúmeras vezes que fui repreendida por conhecer sua obra: eu, que deveria me fixar nos livros acadêmicos!! E não foram poucas as vezes que desfilei os corredores com um livro seu debaixo do braço, para provocar a aproximação dos &quot;críticos&quot; - e confesso que este foi, durante algum tempo, um passatempo delicioso! O contato com estas pessoas me fez entender o pensamento de Wilde: um crítico, e portanto leitor, derrama sobre a obra sua perspectiva pessoal. Sua leitura está de todo modo &quot;infectada&quot; pela visão de mundo deste leitor - sua crítica ao texto nada mais é que a afirmação de seu traço pessoal, de seu olhar para a vida. O escritor deixa de ser auteridade e passa a ser fragmento: ele é o escritor de auto-ajuda, o mago, o inimigo público...
E se, de tal forma, a escrita se completa no olhar do leitor, se ela é um organismo vivo e mutável, qual a única atitude possível senão, para novamente citar Wilde, dedicar-lhe admiração intensa...?
Admiro sua obra e também sua coragem, por ser igualmente minha: construo contigo, a cada leitura, este universo que permanece a me encantar, a me supreender, a encontrar em mim aqueles estranhos caminhos, antigos magos, anjos de luz... Até agora a aventura tem sido boa para mim, e certamente para você. Que permaneça, então, o desafio!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Topo o desafio implícito de discutir a escrita, e começo a te escrever citando Oscar Wilde: &#8220;A forma e crítica mais elevada, como a mais baixa, é um gênero de autobiografia&#8221;.<br />
No post anterior você mencionou pessoas que se detém sobre livros acadêmicos, e perdem o contato com outras formas de escrita. Por estudar Letras, numa faculdade extremamente conceituada e portanto bastante elitista, você pode imaginar as inúmeras vezes que fui repreendida por conhecer sua obra: eu, que deveria me fixar nos livros acadêmicos!! E não foram poucas as vezes que desfilei os corredores com um livro seu debaixo do braço, para provocar a aproximação dos &#8220;críticos&#8221; &#8211; e confesso que este foi, durante algum tempo, um passatempo delicioso! O contato com estas pessoas me fez entender o pensamento de Wilde: um crítico, e portanto leitor, derrama sobre a obra sua perspectiva pessoal. Sua leitura está de todo modo &#8220;infectada&#8221; pela visão de mundo deste leitor &#8211; sua crítica ao texto nada mais é que a afirmação de seu traço pessoal, de seu olhar para a vida. O escritor deixa de ser auteridade e passa a ser fragmento: ele é o escritor de auto-ajuda, o mago, o inimigo público&#8230;<br />
E se, de tal forma, a escrita se completa no olhar do leitor, se ela é um organismo vivo e mutável, qual a única atitude possível senão, para novamente citar Wilde, dedicar-lhe admiração intensa&#8230;?<br />
Admiro sua obra e também sua coragem, por ser igualmente minha: construo contigo, a cada leitura, este universo que permanece a me encantar, a me supreender, a encontrar em mim aqueles estranhos caminhos, antigos magos, anjos de luz&#8230; Até agora a aventura tem sido boa para mim, e certamente para você. Que permaneça, então, o desafio!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

