
O tempo não transforma o homem.
O poder da vontade não transforma o homem.
O Amor transforma.
Portanto, deixem o Amor entrar. Lembrem-se: isto é uma questão de vida ou de morte. De nada adianta eu estar aqui falando sobre o amor se sou incapaz de despertá-lo. “Melhor seria que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho e fosse atirado ao mar do que fazer tropeçar a um destes pequeninos.”
Ou seja: melhor não viver que não amar.
No final do século XIX,um grupo de homens e mulheres se reuniu para escutar o mais famoso pregador daquela época. Eram pessoas vindas de diversos lugares da Inglaterra, ansiosas para ouvir o que o homem tinha a dizer.
Mas o pregador, depois de oito meses percorrendo diversos países do mundo num cansativo trabalho de evangelização, sentia-se vazio.
Triste, sem saber o que fazer, virou-se para um jovem missionário que estava entre os presentes. O rapaz havia regressado da África há pouco tempo, e talvez tivesse alguma coisa interessante para dizer.
Pediu, então, que o rapaz o substituísse.
Procurando uma razão para viver, procurando a si mesmo, o rapaz havia passado dois anos no interior da África – entusiasmado com o exemplo de pessoas que iam atrás de um ideal.
As pessoas no jardim em Kent não gostaram da troca. Tinham vindo por causa de um pregador experiente, sábio, famoso. E agora eram obrigadas a ouvir uma pessoa que – assim como elas – ainda lutava para encontrar a si mesma.
Mas Henry Drummond – este era o nome do rapaz – havia aprendido algo. E suas palavras, registradas por um anônimo paroquiano, ainda soam atuais hoje. O que é o amor?
Compre o livro online
SARAIVA: O Dom Supremo R$ 15,90



























622
7


















