Nós, os instrumentos

E eis que termino de escrever um capítulo do novo livro, abro a caixa postal, e encontro a carta abaixo. Publico aqui porque quero chamar a atençao de todos voces, que podem tambem ajudar. Na verdade, o mérito é todo da Yolanda e da Isabela. Clicquem no link abaixo do nome de Yolanda, se puderem cooperar tambem

Amadíssimo Paulo,

Chegou-nos agora a notícia e o LINK PARA O VIDEO onde relata sua grande experiência de Vida.

Se já o amávamos, como benfeitor de nossa obra, agora então, o admiramos ainda mais, pela fé e esperança de quem sabe que não existe a morte do espírito e está sempre preparado para a do corpo..
Quero mais uma vez lhe dizer que sua ajuda e de Christina, ao Solar Meninos de Luz tem um valor imperecível, que,em sendo motivo de sustento da instituição, também mobiliza as Esferas Superiores do Espírito, em seu benefício, por seu grande merecimento, o que inclui outras boas obras que realiza.

Fiquei muito comovida com suas palavras, e pela citação de Paulo, o Apóstolo, patrono do Solar, e um Mentor Maior, de vocês.

Lembrei que ele escreveu aos Hebreus (12:130) :”E farei veredas direitas para os vossos pés, para que o que manqueja se não desvie inteiramente, mas antes seja curado”. Você não apenas ensina o Bem, mas pratica o Bem, sendo essa realização indispensável, porque consegue ver em seu caminho , os que manquejam, precisando do socorro que já lhes pode dar.

Aproveitei para lhe dizer de nossa gratidão, porque sua imagem está em meu coração agradecido e muitas vezes tenho vontade de escrever só para lhe dizer isso, e fico meio sem graça.Oro então, e peço a Jesus por você.
Seu nome e de Christina estão em nossa Reunião Mediúnica, onde oramos sempre pelos dois.

Em nome de nossas cerca de 4500 pessoas atendidas , em 2011, com seu auxílio, que de diversas formas melhoraram de vida,
deixo nossa alegria em vê-lo bem e feliz, com a querida Christina.

Abraço, carinho,
Yolanda Maltaroli
SOLAR MENINOS DE LUZ

A nova literatura brasileira

A revista Veja está de parabéns pela excelente matéria de capa desta semana , mostrando não apenas que o brasileiro está lendo mais, como está prestigiando os escritores nacionais.
Conheço pessoalmente mais da metade deles – gente que tem lutado por seu espaço na mídia, nas livrarias, e no coração do leitor.
Vencedores de muitas batalhas, algumas ingratas, outras que custaram para mostrar resultado. Mas finalmente o tempo da colheita chegou, e os frutos apareceram.

Conheço essas batalhas de perto, porque também as travei (abro um parentese para agradecer ao diretor de redação, Euripedes Alcântara, em me citar gentilmente na sua Carta ao Leitor: “Paulo Coelho […] ficou fora da reportagem desta edição pela opção de enfocar autores presentes nas listas dos mais vendidos nos últimos doze meses, e desde 2010 Paulo Coelho não publica um título novo“)

Como verão nos números de vendas de exemplares que acompanham o perfil de cada um dos autores ali (com uma exceção, comentada no final do post) o Brasil está muitissimo bem preparado para o grande desafio que será a Feira de Frankfurt 2013, onde é o convidado de honra.

E por que estou fazendo este post?
Em primeiro lugar, claro, para felicitar os nomes citados na matéria.
Mas existe algo igualmente importante: o governo brasileiro, preparando-se para Frankfurt – o mais importante evento literário do mundo – começou a implementar um programa de traduções, convencido de que o Brasil não está presente nas prateleiras de outros países pela ausência das mesmas.
Nao é verdade.
O que estava faltando não era a tradução (eu que o diga, porque nunca tive qualquer subsidio para isso) mas um time consistente, que agora existe.

Esse caríssimo programa de traduções subsidiadas não pode terminar favorecendo autores da famosa – e completamente ultrapassada – “panelinha literária”.
Não podemos deixar que os critérios imponderáveis de “prestígio literário” terminem prevalecendo, e dificultando mais uma vez a merecida exposição dos autores citados na matéria de Veja
Parabéns a todos!
Paulo

P.S. O único número que não me parece correto é o de Augusto Cury, por razões muito simples: em 2010 declarou ao portal da Veja que tinha vendido 10 milhões de exemplares.
Em janeiro de 2012, declarou à coluna Radar, tambem da Veja, que vendera 15 milhões de exemplares. Ou seja, em um ano teria vendido quase 10% de todo o mercado nacional.
Três semanas depois, na atual matéria, o número subiu para 16,5 milhões, ou seja, 500 mil exemplares por semana.

CoelhoOffice 09 – Desert I

Videocast #9 – Paulo Coelho talking about one of his experiences in the desert.

Videocast #9 – Paulo Coelho falando sobre uma de suas experiências no deserto.

Videocast #9 – Paulo Coelho hablando acerca de una de sus experiencias en el desierto.