Archives for January 2014

Pay more attention, because here I am

We forget that the world is what we imagine it to be.
We stop being the moonlight and become, instead, the pool of water reflecting it.
Tomorrow, the water will evaporate in the sun. And all because, one day, someone said: ‘You are ugly.’ Or: ‘She is pretty.’ With those three simple words, they stole away all our self-confidence.
And we become ugly and embittered.

At that moment, we can draw comfort from so-called ‘wisdom’, an accumulation of ideas put together by people wishing to define the world, instead of respecting the mystery of life.
This ‘wisdom’ consists of all the unnecessary rules, regulations and measurements intended to establish a standard of behaviour.

According to that false wisdom, we should not be concerned about beauty because it is superficial and ephemeral.

That isn’t true. All the beings created under the sun, from birds to mountains, from flowers to rivers, reflect the miracle of creation.

If we resist the temptation to allow other people to define who we are, then we will gradually be able to let the sun inside our own soul shine forth.
Love passes by and says: ‘I never noticed you before.’

And our soul responds:
‘Well, pay more attention, because here I am. It took a breeze to blow the dust from your eyes, but now that you have recognised me, don’t leave me again, because all of us desire beauty.’

Happy birthday, my King!

20 sec lecture: Quel est le meilleur chemin?

Lorsqu’on demanda í  l’abbé Antonio si le chemin du sacrifice menait au ciel, celui-ci répondit :

« Il y a deux chemins de sacrifice. Le premier est celui de l’homme qui mortifie sa chair, fait pénitence, parce qu’il pense que nous sommes condamnés.
“Cet homme se sent coupable, et il se juge indigne de vivre heureux.
“Dans ce cas, il n’arrive nulle part, parce que Dieu ne réside pas dans la culpabilité.”

« Le second est celui de l’homme qui, míªme en sachant que le monde n’est pas aussi parfait que tous le voudraient, prie, fait pénitence, offre son temps et son travail pour améliorer les choses autour de lui.
“Dans ce cas, la Présence divine l’aide tout le temps, et il obtient des résultats au Ciel. »

20 sec lecture: Oí¹ est Dieu

Dans un petit village du Maroc, un imam contemplait le seul puits de toute la région. Un autre musulman s’approcha :

« Qu’y a-t-il í  l’intérieur ?

– Dieu est caché lí .

– Dieu est caché dans ce puits ? C’est un péché ! Ce que vous voyez doit íªtre une image laissée par les infidèles ! »

L’imam lui demanda de s’approcher et de se pencher au bord. Reflété dans l’eau, il put voir son propre visage.

« Mais c’est moi !

– Voilí . Maintenant vous savez oí¹ Dieu est caché. »

30 sec reading: our magic moment

Every day, God gives us the sun – and also one moment in which we have the ability to change everything that makes us unhappy.
Every day, we try to pretend that we haven’t perceived the moment, that it doesn’t exist – that today is the same as yesterday and will be the same as tomorrow.

But if people really pay attention in their everyday lives, they will discover that magic moment.
It may arrive in the instant when we are doing something mundane, like putting our front-door key in the lock; it may lie hidden in the quiet that follows the lunch hour or in the thousand and one things that all seems the same to us.
But that moment exists – a moment when all the power of the stars becomes a part of us and enables us to perform miracles.

Joy is sometimes a blessing, but it is often a conquest.

Our magic moment help us to change and sends us off in search of our dreams. Yes, we are going to suffer, we will have difficult times, and we will experience many disappointments – but all of this is transitory it leaves no permanent mark.
And one day we will look back with pride and faith at the journey we have taken.

taken from Manuscript found in Accra

Those with eyes to see

Avoid those who say: ‘That’s it, I’ll go no further.’
Because what they have failed to grasp is that neither life nor death has an end; they are merely stages of eternity.

Stay close to those who say: ‘Everything’s fine as it is, but we still need to move on.’
Because they understand the need to keep going beyond the known horizon.

Avoid those who meet up to discuss, seriously and pretentiously, any decisions that the community needs to take.
They understand about politics, they impress others and try to show how wise they are.
What they don’t understand is that it is impossible to control so much as the fall of a single hair on your head.
Discipline is important, but it needs to leave doors and windows open to intuition and the unexpected.

Stay close to those who sing, tell stories, enjoy life and whose eyes sparkle with happiness.
Because happiness is contagious and will always manage to find a solution whereas logic can find only an explanation for the mistake made.

Stay close to those who allow the light of Love to shine forth without restrictions, judgements or rewards, without letting it be blocked by the fear of being misunderstood.
No matter how you are feeling, get up every morning and prepare to let your light shine forth.

Those with eyes to see will see your light and be enchanted by it.

СССР Ностальгия




20 seg lectura: Decidiendo el destino ajeno

Malba Tahan cuenta la historia de un hombre que encontró un ángel en el desierto, y le dio agua.

-Soy el ángel de la muerte y he venido a buscarte- dijo el ángel -. Pero como has sido bondadoso, voy a dejarte prestado el Libro del Destino durante cinco minutos. Puedes alterar lo que quieras en él.

El ángel le entregó el libro.
Al hojear sus páginas, el hombre fue leyendo la vida de sus vecinos.
No le gustó lo que vio: “Estas personas no se merecen cosas tan buenas”, pensó. Pluma en mano, se dedicó a empeorar la vida de cada uno de ellos.

Por último, llegó a la página de su destino. Leyó su trágico final y, cuando se disponí­a a cambiarlo, el libro desapareció.
Los cinco minutos ya habí­an concluido.

En ese mismo instante, el ángel se llevó el alma de aquel hombre.

Decidindo o destino alheio

Malba Tahan conta a história de um homem que encontrou um anjo no deserto, e lhe deu água. “Sou o anjo da morte e vim buscá-lo”, disse o anjo. “Mas como vocíª foi bom, vou lhe emprestar o Livro do Destino por cinco minutos; vocíª pode alterar o que quiser”.

O anjo entregou o livro. Ao folhear suas páginas, o homem foi lendo a vida dos seus vizinhos. Ficou descontente: “estas pessoas ní£o merecem coisas tí£o boas”, pen­sou. De caneta em punho, comeí§ou piorar a vida de cada um.

Finalmente, chegou na página de seu destino. Viu seu final trági­co, mas quando preparava-se para mudá-lo, o livro sumiu. Já se tinham passado cinco minutos.

E o anjo, ali mesmo, levou a alma do homem.

Culpar os outros é fácil

Hoje sou surpreendido com uma matéria no Valor Economico, que coloca em Luis Ruffato toda a culpa pelo fiasco que foi Frankfurt. O injusto tí­tulo é “O efeito Luis Ruffato nas letras”. Como o portal é fechado, aqui vai um trecho

Seja pelo alto orí§amento, pela seleí§í£o dos 70 escritores que faziam parte da delegaí§í£o oficial, pela ausíªncia-presení§a de Paulo Coelho ou pelo politizado e franco discurso de abertura que proferiu Luiz Ruffato, as crí­ticas marcaram a presení§a brasileira, pelo menos no que diz respeito í  imprensa nacional e também í  alemí£. O já batizado “Efeito Ruffato” pode ser traduzido nas palavras que o diretor da feira, Juergen Boos, laní§ou durante uma coletiva de imprensa: “A participaí§í£o brasileira destruiu a imagem que se fazia aqui na Alemanha de um paí­s colorido no qual ninguém trabalha, que é como 90% dos alemí£es viam o Brasil”.
Tantos poréns í  participaí§í£o brasileira em Frankfurt – e aí­ aparece outro desdobramento do efeito Ruffato – parece ter provocado medo a mais crí­ticas e, portanto, certa retraí§í£o que ameaí§a as novas homenagens que víªm aí­. A 50ª Feira do Livro Infantil de Bolonha (24 a 27 de marí§o) é o primeiro exemplo, com um orí§amento inicialmente de R$ 2,5 milhíµes anunciado pela Biblioteca Nacional para as atividades do Brasil, que foi reduzido a R$ 1,3 milhí£o e agora segue indefinido.

Isso é um absurdo. Nao estava lá, mas uma coisa sei: o discurso de Ruffato, muito bem feito, nao teve absolutamente nenhuma repercussí£o fora do Brasil. Alias, nenhum discurso de abertura da Feira de Frankfurt jamais teve – o interesse é zero. Sei disso porque em 2008 fui um dos convidados para a entrevista coletiva de abertura, e meus comentários tiveram repercussí£o apenas na Turquia, que era o paí­s homenageado.

Coloquemos os pingos nos “ii”: Por que eu me recusei a ir í  Feira?
Aqui está a razí£o: “Porque recusei o convite do Ministério da Cultura”
E, sem querer dar uma de profeta, acabei tomando uma das decisíµes mais acertadas de meu 2013.

O que listei foi o que fez com que a presení§a do Brasil ní£o tivesse nenhuma repercussí£o: falta de representatividade da delegaí§í£o convidada.
Hoje o ufanismo diz que “existem agora mais de 200 tí­tulos traduzidos para o alemí£o”, mas onde estí£o estes livros?
Em recente viagem í  Alemanha, NENHUMA das livrarias que visitei os tem em estoque.
Acompanhei tudo que saiu sobre a Feira durante o mes de outubro, e além da doení§a de nossos queridos Ziraldo e Cony, até mesmo a imprensa brasileira se esforí§ava para descobrir notí­cias inexistentes.
Pobres dos escritores que passaram o ano inteiro esperando por este momento, e que nem em jornais brasileiros tiveram seus nomes mencionados.

A imagem que saia nos poucos jornais estrangeiros que publicaram algo a respeito da presení§a brasileira era de gente deitada em uma rede, lendo um livro. Pode?

De quem é a culpa?
A curadoria listou 20 escritores representativos e outros 50 que praticamente ninguém tinha ouvido falar – uma visí£o sem visí£o, ultrapassada, regida pelas leis da pseudo-intelectualidade, totalmente obscurantista. A literatura brasileira ní£o estava representada ali. E seguramente a culpa NíƒO é de Luis Ruffato, que – pelo que li no jornal O Globo na semana passada – terminou com medo de ser agredido por outros participantes brasileiros.
(Nota: ní£o conheí§o Manuel da Costa Pinto, o curador da feira e crí­tico da Folha de Sí£o Paulo. O vi apenas uma vez, durante uma entrevista que dei para o progrma “Roda Viva”. Ní£o tenho absolutamente nada contra a pessoa, mas questiono seus critérios, assim como ele tem o direito de questionar meus critérios literários)

Ou seja: o Brasil perdeu uma excelente oportunidade de mostrar a forí§a de sua literatura jovem, diní¢mica, que atrai leitores para as livrarias.
O autor Nassim Nicholas Taleb, em seu livro “Black Swan”, usa um termo muito próprio: a falácia da narrativa. As pessoas desenvolvem toda uma teoria, comeí§am a repetir umas as outras a mesma história, terminam se convencendo que estí£o certas, e assim vivem felizes por algum tempo até que essa narrativa, totalmente falsa, cai por terra quando a teoria é aplicada.

A presení§a do Brasil na Feira de Frankfurt foi uma demonstraí§í£o clássica desta “falácia da narrativa”. Deu no que deu, e custou 19 milhíµes de reais.

20 sec reading: Lost and found

Each work of art could easily say:
‘I want to be noticed and I’m going to get out of here.
So I can share my efforts with my brothers and sisters’

And as it is with vases, paintings, sculptures, so it is with men and women.
And so it is with tribes and ships and trees and stars.

Once we understand this, we can sit next to our neighbour at the end of the day and listen with respect to what he has to say and say what he needs to hear.
And neither of us will try to impose our ideas on the other.

Beyond the mountains that separate the tribes, beyond the distance that separates bodies, there exists the community of spirits.
We are part of that, and there are no streets peopled with pointless words, only broad avenues that connect what is distant and sometimes have to be repaired because of the damage caused by time.

And the man who, yesterday, was seen as an enemy because there was a war being waged, will now be seen as a friend again, because the war is over and life goes on.

The son who left will eventually return, and he will return rich in the experiences he had along the way.
His father will receive him with open arms and say to his servants: ‘Bring the best robe for him and put a ring on his finger and sandals on his feet; because my son was dead and is alive again, he was lost and is found.’

Thus, the returning lover will never be eyed with distrust, because loyalty accompanies his/her every step.

La conversation au ciel

La conversation au ciel

Abd Mubarak se rendait í  La Mecque, quand il ríªva une nuit qu’il était au ciel. Lí -haut, il entendit deux anges qui conversaient.

« Combien de pèlerins sont venus cette année dans la ville sainte ? demanda l’un.

– Six cent mille, répondit l’autre.

– Et, de tous ceux-lí , combien ont vu leur pèlerinage approuvé ?

– Aucun. Cependant, il y a í  Bagdad un cordonnier du nom d’Ali Mufiq ; il n’a pas fait le voyage, mais son pèlerinage a été approuvé et ses grí¢ces ont bénéficié aux six cent mille pèlerins. »

Quand il se réveilla, Abd Mubarak se rendit í  la cordonnerie de Mufiq et il lui raconta son ríªve.

« Au prix de grands sacrifices, j’avais réussi í  rassembler 350 pièces, dit en pleurant le cordonnier. Mais au moment de partir pour La Mecque, j’ai découvert que mes voisins avaient faim. Je leur ai distribué l’argent, sacrifiant mon pèlerinage. »

We wish you…

Oh Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos í  Vós. Amem