Useless?

taken from MANUSCRIPT FOUND IN ACCRA

The younger people realise that the world is full of huge problems, which they dream of solving, but no one is interested in their views.
‘You don’t know what the world is really like,’ they are told. ‘Listen to your elders and then you’ll have a better idea of what to do.’

The older people have gained in experience and maturity, they have learned about life’s difficulties the hard way, but when the moment comes for them to teach these things, no one is interested.
‘The world has changed,’ they are told. ‘You have to keep up to date and listen to the young.’

That feeling of uselessness is no respecter of age and never asks permission, but corrodes people’s souls, repeating over and over:
‘No one is interested in you, you’re nothing, the world doesn’t need your presence.’

They don’t understand that religion was created in order to share the mystery and to worship, not to oppress or convert others.
The greatest manifestation of the miracle of God is life.

Walk neither faster nor slower than your own soul.
Because it is your soul that will teach you the usefulness of each step you take.
Sometimes taking part in a great battle will be the thing that will help to change the course of history. But sometimes you can do that simply by smiling, for no reason, at someone you happen to pass in the street.
Without intending to, you might have saved the life of a complete stranger, who also thought he was useless and might have been ready to kill himself, until a smile gave him new hope and confidence.

 
 

Manuscript released in UK

Poster-GLO

Charla con lectores 12/11/2012

23/10/212 Chat con los lectores

Manuscrisul găsit la Accra ecards

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Manuscrisul găsit la Accra in Rumania: 12 October. To order, click here


Publication dates

Manuscrito publicaçao mundo

Below the publication dates of my new book, “Manuscript found in Accra”
This list is far from being complete, but it is the one I received today from my office.

Critica na Folha de São Paulo, hoje

12229548

Nos últimos dias, dois acontecimentos envolveram o nome de Paulo Coelho com muita repercussão.

Depois de sua declaração à Folha de que “Ulysses” fez mal à literatura e cabia em um tuíte, Coelho foi violentamente atacado.

As reações não vinham da cultura erudita entrincheirando-se na autodefesa, mas de comentaristas que rendiam culto a um monumento como forma imaginária de comunhão com ele.

Curiosamente, a insistência no valor de “Ulysses” e na falta de valor de Coelho era contraditória com a própria obra de James Joyce, que, apesar de eruditíssimo, nunca escondeu seu gosto pela cultura popular.

Em seguida, coerente com o que defende, Coelho deu apoio ao blog Livros de Humanas, processado pela Associação Brasileira de Direitos Reprográficos por compartilhar PDFs de livros.

Os episódios são relevantes à luz do novo livro do mago, “Manuscrito Encontrado em Accra”.

De certa forma, o livro é sobre o que estava em jogo nas polêmicas sobre Joyce e o compartilhamento de PDFs: como se erigem os monumentos? Quem tem direito de reproduzir o quê? Um manuscrito do século 14, encontrado em Accra no século 20, traz as respostas de um copta do século 21 a perguntas ouvidas em Jerusalém, às vésperas da invasão cruzada.

A captura de Jerusalém pelos cruzados em 1099 seria acompanhada do massacre de quase toda sua população judaica e muçulmana.

No átrio em que, um milênio antes, Pôncio Pilatos havia entregue Jesus, o copta disserta sobre o futuro, o amor e a derrota.

O jornalismo e a crítica têm se dedicado com mais frequência a achincalhar Coelho do que a cumprir o seu papel, que é entender o objeto. A versão mais comum para o sucesso de Coelho (é “autoajuda barata”), ainda que fosse verdadeira, não explicaria nada. Coelho fala a milhões. Por quê?

“Manuscrito…” traz uma explicação: traduz, para a literatura comercial moderna, o gênero da parábola.

De larga tradição, a parábola não se reduz à autoajuda porque nela opera o discurso ficcional, desestabilizando a aparente univocidade do ensinamento.

Daí o fascínio de tantos leitores: simples e compreensível, a parábola preserva uma dose de mistério.

A fresta que se abre entre a alegoria e seu sentido fundamenta uma das lições do copta: a circulação infinita dos relatos, negada tanto pelos defensores das hierarquias culturais como pelos guardiões da propriedade privada sobre os textos.

IDELBER AVELAR é professor de literatura na Universidade Tulane (EUA), autor de “Alegorias da Derrota” (2003) e “Figuras da Violência” (2011), entre outros. É colunista da revista “Fórum”

MANUSCRITO ENCONTRADO EM ACCRA

AUTOR Paulo Coelho
EDITORA Sextante
QUANTO R$ 19,90 (176 págs.)
AVALIAÇÃO bom

Introdução ao Manuscrito

SEJA VOCE

Em dezembro de 1945, dois irmãos que buscavam um lugar de descanso, encontraram uma urna cheia de papiros em uma caverna na região de Hamra Dom, no Alto Egito. Ao invés de avisarem as autoridades locais – como exigia a lei – resolveram vende-los pouco a pouco no mercado de Antiguidades, evitando desta maneira chamar a atenção do governo.
Os outros pergaminhos começaram a aparecer no mercado negro. Em breve o governo egípcio se deu conta da importância da descoberta, e proibiu que saíssem do país. Logo depois da revolução de 1952, a maior parte do material foi entregue ao Museu Copta do Cairo, e declarado patrimônio nacional. São conhecidos como “Os manuscritos de Nag Hammadi”
* * * * *
Os papiros encontrados são traduções gregas de textos escritos entre o final do primeiro século da Era Cristã e o ano 180 D.C., também conhecidos por “Evangelhos Apócrifos”, já que não se encontram na Biblia tal qual a conhecemos hoje.
Por que razão?
No ano 170 D.C., um grupo de bispos reuniu-se para definir quais os textos que fariam parte do Novo Testamento. O critério foi simples: tudo aquilo que pudesse combater as heresias e divisões doutrinárias da época. Foram selecionados os atuais evangelhos, as cartas, e tudo que tivesse uma certa “coerência”, digamos, com a ideia central do que julgavam ser o Cristianismo. A referência ao encontro de bispos e a lista de livros aceitos está no desconhecido “Cânone Muratori”.

* * * * *

Em 1974, um arquelógo inglês, Sir Walter Wilkinson, descobriu perto de Nag Hammadi um outro manuscrito, desta vez escrito em três línguas: árabe, hebreu, e latim. Encaminhou o texto ao Departamento de Antiguidades do Museu do Cairo. Pouco tempo depois veio a resposta: havia pelo menos 155 cópias circulando no mundo e eram todas praticamente iguais. Testes revelaram que o pergaminho era relativamente recente – escrito possivelmente no ano 1307 da Era Cristã. Não foi difícil traçar sua origem até a cidade de Accra (Acre), fora do território egípcio. Portanto, não havia qualquer restrição para sua saída do país, e Sir Wilkinson recebeu uma permissão escrita do governo ( Ref. 1901/317/IFP-75 datada de 23 de novembro de 1974) para leva-lo à Inglaterra.

* * * * *

Conheci o filho de Sir Walter Wilkinson no natal de 1982, em Portmadog (País de Gales, Reino Unido). Lembro-me que na época ele mencionou o manuscrito encontrado pelo pai, mas nenhum de nós deu muita importância ao assunto. Mantivemos uma relação cordial através de todos estes anos, e tive oportunidade de ve-lo pelo menos mais duas vezes quando visitei o país para a promoção de meus livros.

No dia 30 de novembro de 2011 recebi uma cópia do texto ao qual se referira em nosso primeiro encontro. E o livro é baseado nesta cópia.

Explicação e pedido de ajuda

capa6


Como devem ter notado, aceitei apenas tres entrevistas para a mídia impressa (GLobo, Folha de São Paulo, Estadão).
Todo o mais que foi publicado teve como base as informações enviadas pela editora.


Por que isso?

Porque cada vez mais as perguntas giram sobre mim, e cada vez menos sobre os livros que publico.
Nada de errado por parte dos jornalistas: eles estão fazendo seu trabalho da melhor maneira possível. Nunca deturparam uma só palavra do que disse.
Algumas críticas podem ter sido duras, mas isso faz parte da vida de qualquer escritor.
Entretanto, sempre quem tem a última palavra é o leitor. Portanto, estou usando Twitter e Facebook para falar diretamente com vocês.

O que resolvi fazer?

Deixar nas mãos de vocês a promoção.
Se gostarem, por favor recomendem a seus amigos – é um livro muito importante para o momento em que vivemos.
Nestas duas primeiras semanas, o livro entrou e se manteve na lista, subindo uma posiçao no sábado ( 11 de agosto)
Vejam se falta em livrarias e me avisem. Participem. Ajudem.
Criei uma página no Facebook > “Manuscrito encontrado em Accra”. Conversa direta com leitores. Fotos!
Ela é lida tambem pela Mariana, da editora Sextante. Problemas de distribuição devem ser postados lá

Um guerreiro da luz confia nos outros guerreiros da luz.
Muitíssimo obrigado


Parece trailler de filme, mas na verdade é trailler de livro
Agradeço a quem colocou ali

Manuscrito encontrado em Accra:conversa com leitores

Manuscrito encontrado em Accra: fotos leitores

Inclua sua foto com o livro!


Comentários (sem censura)

manuscrito-banner

Manuscrito encontrado em Accra trailler II

Encontrado na internet


Parece trailler de filme, mas na verdade é trailler de livro
Agradeço a quem colocou ali

Looks like a movie trailler, but in fact it is a BOOK trailler
“Manuscript found in Accra” wil be released in Italy, Holland, Hungary, all Spanish language countries this year, and in all other countries in Spring 2013

Manuscrito encontrado em Accra eCards

Inclua sua eCard!


Manuscrito encontrado em Accra (trechos)

Qual das duas?

capa2

Hoje finalmente recebi as sugestoes de capa da editora. Acontece que duas delas me pareceram muito boas:

Na opinião de voces, qual é a melhor?
Por favor, dê sua opinião usando o campo de “comments” abaixo. Assim, eu poderei enviar este link para a editora. Se deseja ter uma idéia do tema do livro, CLIQUE AQUI

Dia 25 de julho em todas as livrarias. Para ver o trailler do livro CLIQUE AQUI

ATUALIZAÇÃO 29 DE JUNHO 2012
Depois de feita a contagem dos votos, a primeira capa (com a mão e o manuscrito) foi eleita. Aqui está a arte final:

MUITISSIMO OBRIGADO pela colaboração de vocês. Foi mais importante do que podem imaginar.
Cotinuarei contando com ela, já que mais uma vez não pretendo dar entrevistas (uma ou outra talvez, mas não muitas) e faremos a promoção, juntos, através de Twitter e Facebook

Manuscrito de Accra: trechos

Video: Manuscrito encontrado em Accra (origem)

Conversa com leitores 29 maio