“O Aleph”: processo criativo

Pela primeira vez em minha vida, fui escrevendo um livro e fazendo updates do Twitter. Procurava dividir minhas sensaí§íµes, me distraia um pouco entre um capí­tulo e outro, relaxava quando era necessário.

Somerset Maugham dizia: “ní£o escrevemos porque desejamos. Escrevemos porque precisamos”. E esse é meu caso. Apesar de todos os tí­tulos publicados, apesar do fato de que podia ter parado há muito tempo, a cada dois anos sinto a necessidade de dividir o que tenho vivido.

Durante a saí­da do livro (27 de julho), estarei em uma missí£o humanitária, voltando apenas no dia 4 de agosto. Portanto, como qualquer entrevista será dada apenas depois desta data, resolvi conversar com meus leitores antes da publicaí§í£o.

Neste primeiro de tres encontros, vamos falar um pouco do que senti enquanto escrevia este livro. Ní£o irei explicar “O Aleph”, mas as sensaí§íµes pessoais ao desbravar minha alma. Por favor, coloquem suas perguntas. Vou selecionar um total de dez, e responderei assim que puder – se possí­vel, até o final de 30/junho.

Se estiverem interessados em um bom resumo, a Folha Online publicou >>> “Peregrinaí§í£o por tres continentes”

Se estiverem interessados em ler o primeiro capí­tulo, aqui esta o link >>> Primeiro Capitulo “O Aleph”


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Abraí§os

Paulo