Archives for October 2010

This blog: another record

Again we broke together another record: over 1.360.000 unique visitors in October. Here is the post for September, when I was celebrating over 1 million friends
I am glad to have this space to share with you my thoughts, my stories, people who changed my life, and people who changed other people lives.
So I repeat what I posted here in July:

a] How many people work here?
Only two: Suphi and I.

b] Is this a non-profit blog?

If you consider only monetary terms, the answer would be “yes”. The clicks on the online bookstores this month are less than 3.500, all buttons considered.

c] You did not answer my question: is this a non-profit blog?

NO! You cannot measure your rewards only in monetary terms. I believe that, by sharing texts of mine, and writing about my favorite characters, the poems and music I love, etc. is the best reward I can have.

Each and every one of us needs to contribute to a better world. Twitter, Facebook and this blog are my way to share things that I do believe can help us in this task.
Thank you for your strong support. Please keep in mind that every comment you post here may be read by dozens of thousands of people.

THIS BLOG IS NORMALLY UPDATED ON SUNDAYS AND WEDNESDAYS

O fogo da amizade

For the English version of the post, click here: The fire of friendship

 
 

 
 

Há uma moí§a me esperando do lado de fora do hotel em Moscou, quando chego com meus editores.
– Preciso conversar com vocíª. Vim de Ekaterinburg só para isso.

– Por que ní£o entrou no hotel para me esperar?
– Li o seu blog hoje e entendi que escreveu para mim.
Estava comeí§ando a postar minhas reflexíµes sobre a viagem em um blog. Mesmo assim, com toda certeza ní£o havia nenhuma referíªncia í  moí§a que conhecera alguns segundos antes.

Ela tira um papel impresso com parte do meu texto. Eu o sei de cor, embora ní£o me lembre de quem me contou a história.

Um homem que precisa de dinheiro pede a seu patrí£o que o ajude. O patrí£o o desafia: se ele passar uma noite inteira no alto da montanha, receberá uma grande recompensa, mas, se ní£o conseguir, terá que trabalhar de graí§a.

O texto continua:
“Ao sair da loja, viu que soprava um vento gelado, ficou com medo e resolveu perguntar ao seu melhor amigo, Aydi, se ní£o era uma loucura fazer essa aposta.

Depois de refletir um pouco, Aydi respondeu: ‘Vou lhe ajudar. Amanhí£, quando estiver no alto da montanha, olhe adiante.
Eu estarei no alto da montanha vizinha, passarei a noite inteira com uma fogueira acesa para vocíª. Olhe para o fogo, pense em nossa amizade, e isso o manterá aquecido.
Vocíª vai conseguir, e depois eu lhe peí§o algo em troca.’

Ali venceu a prova, pegou o dinheiro e foi até a casa do amigo: ‘Vocíª me disse que queria um pagamento.’

Aydi respondeu: ‘Sim, mas ní£o em dinheiro. Prometa que, se em algum momento o vento frio passar por minha vida, acenderá para mim o fogo da amizade.'”
 
 

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O Aleph: Hilal e o conservatório

Quando chego ao saguí£o, a onipresente Hilal está nos esperando. Junto com ela, estí£o uma senhora muito bonita e um senhor de terno e gravata.

– Olá – digo. – Entendo que está de volta a sua casa. Mas foi uma alegria vocíª ter viajado este trecho comigo. Sí£o seus pais?
O homem ní£o mostra qualquer reaí§í£o, mas a bela senhora ri.
– Quem dera! Essa menina é um prodí­gio. Pena que ní£o consegue dedicar-se o suficiente í  sua vocaí§í£o. Que grande artista o mundo está perdendo!

Hilal parece que ní£o escutou o comentário. Vira-se direto para mim:
– Olá? É isso que vocíª tem a me dizer depois daquilo que aconteceu no trem?

A mulher olha espantada. Imagino o que está pensando: o que aconteceu no trem? Eu e ela fomos para a cama? Será que eu ní£o entendo que podia ser pai desta menina?

Sentamos e pedimos um chá. A mulher bonita se apresenta como professora de violino e explica que o senhor que as acompanha é o diretor do conservatório local.

– Penso que Hilal é um daqueles grandes talentos desperdií§ados – diz a professora. – Ela é extremamente insegura. Já lhe disse isso várias vezes e estou repetindo agora. Ní£o tem confianí§a no que faz, acha que ní£o é reconhecida, que as pessoas detestam seu repertório. Ní£o é verdade.
Hilal insegura? Acho que conheci poucas pessoas tí£o determinadas como ela.
– E como toda pessoa que tem muita sensibilidade – continua a professora de olhos doces e complacentes – é um pouco… digamos… instável.
– Instável! – repete Hilal em voz alta. – Uma palavra educada para dizer: LOUCA!

A professora vira para ela com carinho e volta-se novamente para mim, aguardando que eu diga alguma coisa. Eu ní£o digo nada.
– Sei que o senhor pode ajudá-la. Soube que a viu tocando violino em Moscou. E soube também que ela foi aplaudida. Isso nos dá uma ideia do seu talento porque o pessoal de Moscou é muito exigente com música. Hilal é disciplinada, estuda mais que a maioria dos outros, já tocou em orquestras importantes aqui na Rússia e viajou para o exterior junto com uma delas. Mas, de repente, alguma coisa aconteceu. Ní£o conseguiu mais progredir.

– Mas o que posso fazer?
– O senhor sabe o que pode fazer. Mesmo que ela ní£o seja uma crianí§a, seus pais estí£o preocupados. Ela ní£o pode parar sua carreira profissional no meio de ensaios e seguir uma ilusí£o. Ou seja, ela pode ir até o Pací­fico a qualquer outra hora, mas ní£o neste momento, quando temos um novo concerto para ensaiar.
A mulher bonita faz uma pausa. Entende que a frase certa ní£o era exatamente a que acabara de dizer.

– Diploma de faculdade é que nem tí­tulo de nobreza- diz Hilal. – Dá status, mas ní£o serve para nada. Se eu quiser vencer na vida, tenho que percorrer um caminho que é só meu.

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20 SEG lectura: Por qué contar historias


Illustration by Ken Crane

El gran rabino Israel Shem Tov, cuando veí­a que los habitantes de su pueblo estaban siendo maltratados, se iba al bosque, encendí­a un fuego sagrado y hací­a un rezo especial, pidiendo a Dios que protegiese a su pueblo.
Y Dios enviaba un milagro.

Más tarde, su discí­pulo Maggid de Mezritch, siguiendo los pasos del maestro, iba al mismo lugar del bosque y decí­a:
“Maestro del Universo, yo no sé cómo encender el fuego sagrado, pero aún sé la plegaria especial, ¡escúchame, por favor!”
Y el milagro se producí­a.

Una generación se sucedió y el rabino Moshe Leib de Sasov, cuando escuchaba las amenazas de guerra, se iba al bosque diciendo,
“Yo no sé encender el fuego sagrado, ni conozco la plegaria especial, pero aún me acuerdo del lugar. ¡Ayúdanos, Señor!”
Y el Señor ayudaba.

Cincuenta años después, el rabino Israel de Rizhin, en su silla de ruedas, hablaba con Dios:
“No sé encender el fuego sagrado, no conozco la oración y no consigo siquiera encontrar el lugar en el bosque. Todo lo que puedo hacer es contar esta historia, esperando que Dios me escuche”.
Y contar la historia fue suficiente para que el peligro se alejara.

Cuente una história. Dios está escuchando, y te ayudará a mejorar el mundo.

20 SEG leitura: contando histórias


Illustration by Ken Crane

O grande Rabino Israel Shem Tov, quando via que os habitantes de sua aldeia estavam sendo maltratados, ia para a floresta, acendia um fogo sagrado, e fazia uma reza especial, pedindo a Deus que protegesse seu povo.
E Deus enviava um milagre.

Mais tarde, seu discí­pulo Maggid de Mezritch, seguindo os passos do mestre, ia para o mesmo lugar da floresta e dizia:
“Mestre do Universo, eu ní£o sei como acender o fogo sagrado, mas ainda sei a reza especial; escuta-me, por favor!”
O milagre acontecia.

Uma geraí§í£o se passou, e o rabino Moshe-leib of Sasov, quando sua aldeia era ameaí§ada, ia para a floresta, dizendo:
“Eu ní£o sei acender o fogo sagrado, nem conheí§o a prece especial, mas ainda me lembro do lugar. Ajudai-nos, Senhor!”
E o Senhor ajudava.

Cinqüenta anos depois, o rabino Israel de Rizhin, em sua cadeira de rodas, falava com Deus:
“Ní£o sei acender o fogo sagrado, ní£o conheí§o a oraí§í£o, e ní£o consigo sequer achar o lugar na floresta. Tudo que posso fazer é contar esta história, esperando que Deus me escute.”
E contar a história foi suficiente para que o perigo se afastasse.

E eu acrescento:
Conte as suas histórias, e todos os seus descendentes serí£o beneficiados

Instantes

Se eu pudesse viver novamente a minha vida, trataria de cometer mais erros.
Ní£o tentaria ser tí£o perfeito, relaxaria mais.

Seria mais tolo do que tenho sido, na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.

Correria mais riscos, viajaria mais, comtemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.

Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.

Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da sua vida; claro que tive momentos de alegria.
Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos.

Porque, se ní£o sabem, disso é feita a vida, só de momentos, ní£o perca o agora.

Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem ter um termometro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um paraquedas;
se voltasse a viver, comeí§aria a andar descalí§o no comeí§o da primavera e continuaria até o final do outono.

Daria mais voltas na minha rua, comtemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianí§as.
Se tivesse outra vez uma vida pela frente.

Mas já tenho 85 anos, é tarde demais
E duvido que conseguisse impor estas idéias aos jovens; a oposií§í£o é muito grande
 
(autoria desconhecida. Atribuí­do a J.L.Borges, mas possivelmente escrito por Nadine Stair ou Don Harold)

Instantes

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Si pudiera vivir nuevamente mi vida, tratarí­a de cometer más errores.
No intentarí­a ser tan perfecto, me relajarí­a más.

Serí­a más tonto de lo que he sido,de hecho tomarí­a muy pocas cosas con seriedad.
Correrí­a más riesgos, harí­a más viajes,
contemplarí­a más atardeceres, subirí­a más montañas, nadarí­a más rí­os.

Irí­a a más lugares adonde nunca he ido, comerí­a más helados y menos habas,
tendrí­a más problemas reales y menos imaginarios.

Yo fui una de esas personas que vivió sensata y prolí­ficamente cada minuto de su vida;
claro que tuve momentos de alegrí­a.
Pero si pudiera volver atrás tratarí­a de tener solamente buenos momentos.

Por si no lo saben, de eso está hecha la vida, sólo de momentos; no te pierdas el ahora.

Yo era uno de esos que nunca iban a ninguna parte sin un termómetro,
una bolsa de agua caliente, un paraguas y un paracaí­das;
si pudiera volver a vivir, viajarí­a más liviano.

Si pudiera volver a vivir comenzarí­a a andar descalzo a principios de la primavera
y seguirí­a descalzo hasta concluir el otoño.
Darí­a más vueltas en calesita, contemplarí­a más amaneceres,
y jugarí­a con más niños, si tuviera otra vez vida por delante.

Pero ya ven, estoy viejo
y no creo que los jovenes me escuchen

(Poema atribuido a Borges, pero cuyo real autor serí­a Don Herold o Nadine Stair.)

Anahi e O Aleph

Programa Ana Hickman, 17 Outubro 2010

Anahi e seus fí£s tem demonstrado um imenso carinho pelo meu novo livro. Obrigado mais uma vez a ambos.
Foi com muita alegria que escrevi um texto para a edií§í£o de luxo de “Mi Delí­rio”, que será laní§ado mundialmente no dia 23 de novembro.

Para escutarem a música feita por Anahi > O Aleph

Aqui, Comentários de leitores sobre o livro

Aqui voce pode baixar gratuitamente “O Aleph: primeiro capí­tulo”

Algumas das frases do livro, postadas pelas meninas de ouro que atualizam todos os dias @oaleph no Twitter:

‘Viva apaixonadamente, com todos os ferimentos que isso pode acarretar: vale a pena.’

‘Lutar contra coisas que só passam com o tempo é desperdií§ar energia.’

‘Ní£o viva pedindo permissí£o. Se ní£o funcionar, depois voce pede desculpas.’

‘Ní£o estou buscando a paz. Busco o amor, um estado de eterno conflito.’

‘É muito fácil detestar tudo. Eu procurei o caminho mais dificil: amar.’

‘Vocíª ní£o pode evitar a dor, mas evitar que ela dirija sua vida.’

Viva Rio!



A VERY INTERESTING SOUND & LIGHT ON 19/10/2010

Love (ENG, PORT, ESPA)

Gabriel, the son of Dasha Balashova and Frederic Bonomelli
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PARA ESPANOL CLICAR AQUI>>: El amor
PARA PORTUGUES, CLICAR AQUI>>: O amor
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According to the dictionary: from the Latin amor: strong affection that drives us towards the object of our desires; inclination of the soul and heart; affection; passion; exclusive inclination; theological grace.

In the New Testament: So faith, hope and love endure. These are the great three, and the greatest of them is love. (Corinthians 13:13)

In the Qur’an
: And of His Signs is that He created mates for you from yourselves that you might find peace of mind in them, and He put between you love and compassion (Chapter 30, verse 21 )

In the Kabbalah: The pure impulse of dynamic creation is formless; and being formless, the creation it gives rise to can assume any and every form.

According to etymology: the Greeks had three words to designate love: Eros, Philos and Agape. Eros is the healthy love between two persons that justifies life and perpetuates the human race. Philos is the sentiment that we dedicate to our friends. Finally, Agape, which contains both Eros and Philos, goes far beyond “liking” someone. Agape is total love, the love that devours those who feel it.

For Oscar Wilde:

Yet each man kills the thing he loves
By each let this be heard,
Some do it with a bitter look,
Some with a flattering word,
The coward does it with a kiss,
The brave man with a sword!
(Ballad of Reading Jail, 1898)

In a late 19th century sermon: Pour your love generously on the poor, which is easy; and on the rich, who distrust everybody and cannot see the love that they so need. And on your neighbor – which is very difficult, because it is towards him that we are most selfish. Love. Never lose a chance to give joy to your neighbor, because you will be the first to benefit from this – even if nobody knows what you are doing. The world around you will become happier, and things will become easier for you.(Henry Drummond The Supreme Gift, [1851-1897])

In an e-mail received by the author: “While I kept my heart to myself, I never had a single morning of anguish or a single night of insomnia. Since I fell in love, my life has been a sequence of anguish, losses, confusion. I think that God, by using love, managed to hide hell in the middle of Paradise” (C.A., 23/11/2006)

Scientific paper: In the year 2000, researchers Andreas Bartels and Semir Zeki, of University College in London, located the areas of the brain activated by romantic love by using a series of students who claimed to be madly in love. In the first place, they concluded that the zones affected by the sentiment are far smaller than they had imagined, and are the same as those activated by stimuli of euphoria, such as in using cocaine, for example. Which led the authors to conclude that love is similar to the manifestation of physical dependence provoked by drugs.
Also using the same system of scanning the brain, scientist Helen Fisher, of Rutgers University, concludes that three characteristics of love (sex, romanticism and mutual dependence) stimulate different areas of the cortex, and further conclude that we can be in love with one person, want to make love to another, and live with a third.

A poet: Love possesses nothing and does not want to be possessed, because it is enough in itself. (The Prophet, by Khalil Gibran [1883-1931])

10 SEC READ The rose (ENG, PORT, ESPA)


Illustration by Ken Crane

A rose longed for the company of the bees, but none would come to her.
Even so, the flower was still capable of dreaming. When she felt all alone, she would imagi­ne a garden filled with bees that came to kiss her. And so she managed to resist until the next day, when she opened her petals again.

“Aren’t you tired?” another rose asked her.
“No. I have to go on fighting.”
“Why?”

“Because if I don’t open up, I wither.”

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PORTUGUES

Uma rosa desejava com a companhia das abelhas, mas nenhuma vinha até ela.
Mesmo assim, a flor ainda era capaz de sonhar. Ao sentir-se só, imagi­nava um jardim coberto de abelhas, que vinham lhe beijar. E conseguia resistir até o próximo dia, quando tornava a abrir suas pétalas.

– Vocíª ní£o está cansada? – perguntou outra rosa.
– Ní£o. Preciso continuar lutandor.
– Por quíª?

– Porque, se eu ní£o me abrir, eu murcho.

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ESPANOL

Una rosa que deseaba la compañí­a de las abejas, pero ninguna se le acercaba.
A pesar de todo, esta flor aún era capaz de soñar: Cuando se sentí­a sola, imaginaba un jardí­n cubierto de abejas, y que todas vení­an a besarla. Y conseguí­a resistir hasta el próximo dí­a, cuando, una vez más, abrí­a sus pétalos.

-¿No te sientes cansada? -pregunto otra rosa.
-No. Tengo que continuar luchando.
-¿Por qué?

-Porque si no me abro, me marchito.

3.000.000 friends in Facebook (ENG y ESPA)


___________11:01 PM 19 October 2010 (Madrid Time Zone)___________

First of all, thank you very much for your strong support here. I am glad that the social communities (Twitter, this blog and Facebook) have allowed me to have a direct contact with you. Writing used to be a solitary work, but now we can communicate directly to each other.
Reaching a mark (in this case, 3.000.000) it is also a reason to celebrate (we did that for 1 million and 2 million). In our case, true warriors of the light, celebration implies in thinking about the current state of the world.
Therefore, I invite you to say a silent prayer this Thursday, 21th of October 2010, at 6:00 PM (your local time). As there are friends from different time zones, at each hour a group will be praying, and this energy of love will spread all over during 24 hr.

I will divide my prayer in three stages:
a] I will pray for myself. I will pray that God continues to protect and inspire me, to keep me on the right track, and to do my best in every action I take.
b] I will pray for my friends on Twitter, Facebook, blog, and my personal friends. Asking God to protect them, and to show them the path to fulfill their dreams.
c] I will pray for the world.
This is my prayer. You may choose whether to follow the same steps or to do something else. But bless, and you will be blessed.

Many of my friends (either in social communities or people that I meet on a regular basis) don’t believe in God. Nevertheless, they are great, committed, and enthusiastic. If you fit this category, and you would like to celebrate our 3.000.000 community, please do some random act of kindness this Thursday. There are always people around us who need a world of encouragement, a phone call, or even a small contribution of money. If you feel comfortable, do it.

Thank you again, all my love
Paulo
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En primer lugar, muchas gracias por su gran apoyo. Me alegro que las comunidades sociales (Twitter, este blog, y Facebook) me permitan tener un contacto directo con ustedes. Escribir solí­a ser un trabajo solitario, pero ahora podemos comunicarnos directamente entre nosotros.
Alcanzar una marca (en este caso, 3.000.000) es motivo para celebrar (como celebramos en 1 million y 2 milliones). En nuestro caso, verdaderos guerreros de la luz, la celebración implica la reflexión sobre el estado actual del mundo.
Por lo tanto, los invito a hacer una oración en silencio este Jueve, 21 de Octobre de 2010, a las 6:00 PM (hora local). Como hay amigos de diferentes zonas horarias, cada hora un grupo va a estar orando, y esta energí­a de amor se extenderá por todas partes durante 24 horas.

Voy a dividir mi oración en tres etapas:
a ] Orare por mí­ mismo. Orare para que Dios sigua protegiéndome e inspirándome, para mantenerme en el camino correcto, y hacer lo mejor posible en cada acción que realizo.
b ] Orare por mis amigos en Twitter, en Facebook, en el blog, y mis amigos personales. Pediré a Dios que los proteja y les muestre el camino para cumplir sus sueños.
c ] Orare por el mundo.
Esta será mi oración. Pueden elegir seguir los mismos pasos o hacer otros. Bendice, y serás bendecido.

Muchos de mis amigos (ya sea en las comunidades sociales o personas que he conocido de forma regular) no creen en Dios. Sin embargo, son magní­ficos, comprometidos y entusiastas. Si entran en esta categorí­a, y les gustarí­a celebrar con nuestra comunidad de 2.000.000, por favor hagan algún acto de bondad este jueves. Siempre hay gente a nuestro alrededor que necesita una palabra de aliento, una llamada telefónica, o incluso una pequeña contribución en dinero. Si se sienten cómodos, háganlo.

Gracias de nuevo, todo mi amor
Paulo

O amor


Gabriel, the son of Dasha Balashova and Frederic Bonomelli

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Segundo o dicionário: do Lat. Amores, s. m., viva afeií§í£o que nos impele para o objeto dos nossos desejos; inclinaí§í£o da alma e do coraí§í£o; afeií§í£o; paixí£o; inclinaí§í£o exclusiva; graí§a teologal.

No Novo Testamento: Agora, pois, permanecem a Fé, a Esperaní§a e o Amor, estes tríªs, mas o maior destes é o amor. (Cor 13:13)

Segundo a etimologia: os gregos possuí­am tríªs palavras para designar o amor: Eros, Philos e ígape. Eros é o amor saudável entre duas pessoas, que justifica a vida e perpetua a raí§a humana. Philos é o sentimento que dedicamos aos nossos amigos. Finalmente, ígape, que contem Eros e Philos, vai muito mais longe do fato de “gostar” de alguém. ígape é o amor total, o amor que devora quem o experimenta. Para os católicos, este foi o amor que Jesus sentiu pela humanidade, e foi tí£o grande que sacudiu as estrelas e mudou o curso da história do homem. Quem conhece e experimenta ígape, víª que nada mais neste mundo tem importí¢ncia, apenas amar.

Para Oscar Wilde: A gente sempre destrói aquilo que mais ama / em campo aberto, ou numa emboscada; /alguns com a leveza do carinho / outros com a dureza da palavra; / os covardes destroem com um beijo, /os valentes, destroem com a espada.(in Balada do Carcere de Reading, 1898)

Em um sermí£o no final do século XIX: Derrame generosamente seu amor sobre os pobres, o que é fácil; e sobre os ricos, que desconfiam de todos, e ní£o conseguem enxergar o amor de que tanto necessitam. E sobre seu próximo – o que é muito difí­cil, porque é com ele que somos mais egoí­stas. Ame. Jamais perca uma oportunidade de dar alegria ao próximo, porque vocíª será o primeiro e se beneficiar disto – mesmo que ninguém saiba o que vocíª está fazendo.Eu estou neste mundo vivendo o presente. Qualquer coisa boa que eu possa fazer, ou qualquer alegria que puder dar aos outros, por favor, digam-me. Ní£o me deixem adiar ou esquecer, pois jamais tornarei a viver este momento novamente. ( in O Dom Supremo, Henry Drummond [ 1851-1897])

Em uma mensagem eletrí´nica recebida pelo autor : “enquanto guardei meu coraí§í£o para mim mesma, jamais tive qualquer manhí£ de angústia ou noite de insí´nia. A partir do momento em que me apaixonei, minha vida tem sido uma seqüíªncia de angústias, de perdas, de desencontros. Penso que, usando o amor, Deus conseguiu esconder o inferno no meio do paraí­so” (C.A., 23/11/2006)

Para a ciíªncia: no ano 2000, os pesquisadores Andreas Bartels e Semir Zeki, do University College de Londres, localizaram as áreas do cérebro ativadas pelo amor romí¢ntico, usando para isso uma série de estudantes que diziam estar perdidamente apaixonados. Em primeiro lugar, concluí­ram que a zona afetada pelo sentimento é muito menor que imaginavam, e sí£o as mesmas que sí£o ativadas por estí­mulos de euforia, como no uso da cocaí­na, por exemplo. O que levou os autores a concluí­rem que o amor é semelhante í  manifestaí§í£o de dependíªncia fí­sica provocada por drogas.
Também usando o mesmo sistema de escanear o cérebro, a cientista Helen Fisher, da Rutgers University, conclui que tríªs caracterí­sticas do amor (sexo, romantismo, e dependíªncia mútua) estimulam áreas diferentes no córtex; concluindo que podemos estar apaixonados por uma pessoa, querer fazer amor com outra, e viver com uma terceira.

Para um poeta: O amor ní£o possui nada, e nem quer ser possuí­do, porque ele se basta a si mesmo. Ele irá vos fazer crescer, e depois os atirará por terra. Vos aí§oitará para que sintais vossa impotíªncia, vos agitará para que saiam todas as vossas impurezas. Vos amassará para deixar-vos flexí­veis.
E logo vos atirará ao fogo, para que possais vos converter no pí£o bendito, que será servido na festa sagrada de Deus (in O Profeta, de Khalil Gibran, [1883-1931] )

El amor


Gabriel, the son of Dasha Balashova and Frederic Bonomelli

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IN ENGLISH HERE >>> Love
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Según el diccionario: del latí­n caritas, amor, cariño. Sustantivo femenino. Actitud solidaria con el sufrimiento de los demás; limosna o auxilio que se presta a los necesitados; en el cristianismo, virtud teologal.

En el Nuevo Testamento
: Ahora subsisten la fe, la esperanza y la caridad, estas tres. Pero la mayor de todas ellas es la caridad (1 Co 13:13)

Según la etimologí­
a: los griegos disponí­an de tres palabras para referirse al amor: Eros, Philos y ígape. Eros es el amor saludable entre dos personas, el que justifica la vida y perpetúa la raza humana. Philos, por su parte, es lo que se siente por los amigos. Por último, ígape, que contiene tanto a Eros como a Philos, va mucho más allá del hecho de que alguien concreto “nos resulte simpático”. ígape es el amor total, aquél que devora al que lo siente. Para los católicos, éste fue el amor que Jesús sintió por la humanidad, un amor tan grande que afectó a las estrellas y alteró el rumbo de la historia del hombre. Todo aquel que siente y conoce ígape, comprende que apenas hay una cosa importante en el mundo: amar.

Para Oscar Wilde: Todos matan lo que aman / Y todos deben saberlo / Con mirada amarga algunos / Otros con suaves palabras / Besando mata el cobarde / El valiente usa la espada. (En Balada de la cárcel de Reading, 1898).

En un sermón de finales del siglo XIX: Derrama generosamente tu amor sobre los pobres, no te resultará difí­cil. También sobre los ricos, que desconfí­an de todo el mundo, y no consiguen notar el amor que tanto necesitan. Y también sobre tu prójimo, lo más difí­cil, pues justo con los más cercanos somos más egoí­stas. Ama. No pierdas nunca una oportunidad de hacer feliz a tu prójimo, pues tú mismo serás el primero en beneficiarte.Me encuentro en este mundo viviendo el presente. Decidme, por favor, cualquier buena acción que pueda llevar a cabo, o cualquier alegrí­a que pueda darle a alguien. No me permitáis postergarla u olvidarla, pues nunca regresará este momento único. ( En El Don Supremo, de Henry Drummond [ 1851-1897])

En un mensaje de correo electrónico recibido por el autor: “mientras no le ofrecí­ a nadie mi corazón, nunca tuve ninguna mañana de angustia ni ninguna noche de insomnio. Pero desde que me enamoré, mi vida viene siendo una cadena de angustias, pérdidas y desencuentros. Pienso que, usando el amor, Dios consiguió esconder el infierno en medio del paraí­so” (C.A., 23/11/2006)

Para la ciencia: En el año 2000, los investigadores Andreas Bartles y Semir Zeki, del University College de Londres, localizaron las áreas del cerebro activadas por el amor romántico con la ayuda de una serie de estudiantes que se declaraban perdidamente enamorados. En primer lugar, concluyeron que la zona afectada por el sentimiento es mucho menor de lo que pensaban, y, además, es la misma que se activa en casos de euforia, como la provocada, por ejemplo, por el uso de cocaí­na, lo que llevó a los autores a la conclusión de que el amor es semejante a la manifestación de dependencia fí­sica provocada por drogas.
Mediante el mismo sistema de escanear el cerebro, la cientí­fica Helen Fisher, de la Rutgers University, averiguó que tres caracterí­sticas del amor (sexo, romanticismo y dependencia mutua) estimulan áreas diferentes de la corteza cerebral, de lo que se deduce que se puede estar enamorado de una persona, querer hacer el amor con otra, y vivir con una tercera.

Para un poeta:
El amor no posee nada, ni quiere ser poseí­do, pues se basta a sí­ mismo. Él os hará crecer, y a continuación os arrojará por los suelos. Os azotará para que sintáis vuestra impotencia, os agitará para que salgan todas vuestras impurezas. Os estrujará para haceros flexibles.
Y por fin os tirará al fuego, para que podáis convertiros en el pan bendito que se servirá en la fiesta sagrada de Dios (En El profeta, de Khalil Gibran, [1883-1931])

Character of the week: Joseph Campbell

Computers are like Old Testament gods; lots of rules and no mercy.

Find a place inside where there’s joy, and the joy will burn out the pain.
Follow your bliss and the universe will open doors where there were only walls.
Is the system going to flatten you out and deny you your humanity, or are you going to be able to make use of the system to the attainment of human purposes?

I don’t believe people are looking for the meaning of life as much as they are looking for the experience of being alive.

I think the person who takes a job in order to live – that is to say, for the money – has turned himself into a slave.
Your life is the fruit of your own doing. You have no one to blame but yourself.

What each must seek in his life never was on land or sea. It is something out of his own unique potentiality for experience, something that never has been and never could have been experienced by anyone else.

When people get married because they think it’s a long-time love affair, they’ll be divorced very soon, because all love affairs end in disappointment.
Marriage is a recognition of a spiritual identity.
When you make the sacrifice in marriage, you’re sacrificing not to each other but to unity in a relationship.

Life is without meaning. You bring the meaning to it. The meaning of life is whatever you ascribe it to be. Being alive is the meaning.
The privilege of a lifetime is being who you are. Participate joyfully in the sorrows of the world. We cannot cure the world of sorrows, but we can choose to live in joy.

Myths are public dreams, dreams are private myths.

Joseph John Campbell (March 26, 1904 – October 30, 1987) was an American mythologist, writer and lecturer, best known for his work in comparative mythology and comparative religion.

Contradicciones del guerrero

Todo guerrero de la luz
ya tuvo alguna vez miedo de entrar en combate.

Todo guerrero de la luz
ya recorrió un camino que no le pertenecí­a.

Todo guerrero de la luz
ya traicionó y mintió en el pasado.

Todo guerrero de la luz
ya sufrió por cosas sin importancia.

Todo guerrero de la luz
ya creyó que no era guerrero de la luz.

Todo guerrero de la luz
ya falló en sus obligaciones espirituales.

Todo guerrero de la luz
ya dijo sí­ cuando querí­a decir no.

Todo guerrero de la luz
ya hirió a alguien a quien amaba.

Por eso es un guerrero de la luz; porque pasó por todo eso y no perdió la esperanza de ser mejor de lo que era.

en EL MANUAL DEL GUERRERO DE LA LUZ

As contradií§íµes do guerreiro

Todo guerreiro da luz
já ficou com medo de entrar em combate.

Todo Guerreiro da Luz
já traiu e mentiu no passado.

Todo Guerreiro da Luz um dia
já perdeu a fé no futuro.

Todo Guerreiro da Luz
já trilhou um caminho que ní£o era dele.

Todo Guerreiro da Luz
já sofreu por bobagens.

Todo Guerreiro da Luz
já falhou em suas obrigaí§íµes espirituais.

Todo Guerreiro da Luz
já disse sim quando queria dizer ní£o.

Todo Guerreiro da Luz
já feriu alguém que amava.

Todo Guerreiro da Luz
já achou que ní£o era Guerreiro da Luz.

Por isso é um Guerreiro da Luz; porque passou por estes desafios e ní£o perdeu a esperaní§a de ser melhor.


em O MANUAL DO GUERREIRO DA LUZ